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Como escolher o melhor psicólogo para você

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Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

O que deve ser considerado na hora de escolher um profissional para começar a terapia? Te ajudamos a entender os pontos básicos desta escolha, para garantir que o atendimento seja eficiente.

20 AGO 2018 · Leitura: min.
Como escolher o melhor psicólogo para você

Se você está pensando em começar uma terapia, com certeza já se fez esta pergunta: como escolher o melhor psicólogo para o seu caso? A resposta nem sempre é simples, porque dependerá muito da conexão que profissional e paciente são capazes de formar.

Entretanto, há uma série de fatores que você precisa considerar para ajustar ao máximo a escolha do psicólogo às suas necessidades. Neste artigo compartilhamos algumas dicas para facilitar o processo para você. Confira!

Antes de começar a terapia

Há pelo menos seis pontos que devem ser considerados antes de decantar por um psicólogo/a e agendar uma primeira sessão:

  1. Registro profissional: o psicólogo que realiza atendimentos clínicos precisa estar devidamente registrado no Conselho Federal de Psicologia. O registro profissional não deixa de ser uma garantia de que o trabalho do psicólogo é regulamentado e está sendo fiscalizado pelo órgão competente. No nosso site, você encontrará facilmente o registro do profissional na descrição do seu perfil.
  2. Conhecimento teórico e prático: é importante saber detalhes sobre a formação do psicólogo, anos de experiência, pesquisar na Internet para ver a qualidade dos conteúdos por ele/a publicados, bem como averiguar se tem experiência prévia em casos similares ao seu. Caso não encontre a informação que necessita, faça todas as perguntas necessárias ao profissional para ter certeza sobre a sua competência.
  3. Abordagem utilizada: principalmente se você já fez terapia anteriormente ou tem mais afinidade por um tipo de abordagem teórica (psicanalítica, cognitiva-comportamental, gestalt, breve, behaviorista, etc.), é importante buscar um psicólogo que utilize a linha com a que você se identifica ou deseja experimentar.
  4. Referências: como acontece com a escolha de qualquer profissional de saúde, ter referência por parte de familiares, amigos ou conhecidos pesa na decisão. Entretanto, você também pode encontrar outros indicadores da qualidade do trabalho exercido pelo profissional, como as opiniões publicadas por outros pacientes aqui no site ou no perfil do profissional nas redes sociais, por exemplo.
  5. Localização: é importante ser prático neste aspecto e tratar de encontrar um psicólogo que faça atendimentos em um local acessível, seja por transporte público ou com área para estacionamento. Minimizar os entraves na hora de realizar a sessão de terapia, que pode ser semanal, ajuda a dar fluidez ao atendimento.
  6. Honorários: é importante escolher um profissional que cobre um valor justo, e que se encaixe no seu orçamento. O Conselho Federal de Psicologia recomenda desconfiar de valores muito baixos, já que a categoria profissional possui uma tabela de referência para os honorários de todos os serviços oferecidos.

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Durante a terapia

É importante que você nunca esqueça que a escolha do psicólogo pode (e deve) ser revista se você não sentir que houve uma conexão. Não se trata da afinidade que você sente com seus amigos e/ou colegas de trabalho, mas de notar que existe empatia e que há uma boa comunicação entre você e o seu terapeuta, algo fundamental para que o acompanhamento psicológico seja efetivo.

Outros pontos importantes que devem ser analisados durante a terapia:

  • pontualidade e respeito com todos os pacientes;
  • o psicólogo deve ser capaz de falar com clareza sobre seu método de trabalho, esclarecendo todas as dúvidas relacionadas a esse tema nas primeiras sessões;
  • deve existir um entorno de confiança, no qual você se sinta confortável para falar das suas questões;
  • o profissional escolhido deve se preocupar por se aprimorar sempre, por reciclar seus conhecimentos e por manter uma postura aberta a críticas. O processo terapêutico também é construído em função da resposta que o paciente é capaz de transmitir ao profissional;
  • discrição para com os casos de todos os pacientes, já que é algo intrinsecamente associado à ética profissional;
  • desconfie se o profissional expõe em excesso sua vida pessoal, ou se promete soluções rápidas demais, como se a terapia fosse um passe de mágica. Além disso, esteja atento a qualquer indício de assédio.

Fotos: MundoPsicologos.com

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