Como lidar com minha filha lésbica?

Feita por >Marco em 23 Mai 2013 Homossexual

Minha filha de 13 anos confessou que está apaixonada por sua amiga. Não é muito cedo?

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Oi, Marco!
Aos 13 anos, a(o) adolescente está em busca de sua própria identidade, por isso, encontra-se mais aberta(o) a experimentações que lhe ajudarão a descobrir quem realmente é. E a sexualidade faz parte desse processo de autoconhecimento que a(o) levará a uma definição de sua orientação sexual. No momento, o que sua filha mais precisa é do seu amor e de sua compreensão por ela estar passando por esse momento. Se você está tendo dificuldades em lidar com isso, recomendo que procure um(a) psicoterapeuta que possa te ajudar nesse processo.

Simone Carvalho de Albuquerque Barros Psicólogo em Recife

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Tua filha é tua filha. As decisões de quem ela quer amar é dela, somente dela. O importante que ame e que expresse esse amor, disso depende a felicidade dela. Não estamos aqui para cumprir preceitos. Somos livres e podemos ser o que quisermos. Tens que trabalhar as limitações que tens, dentro de ti. Procure um Psicoterapeuta que ele te ajudará.

Geime Rozanski Psicólogo em Brasília

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Olá! Tudo bem? Aos 13 anos, sua filha ainda está se conhecendo, descobrindo. Pode até usar termos como "mãe, sou lésbica" ou "Gosto de meninas". Atualmente, com uma maior abertura sexual por parte da sociedade, pode acontecer com mais frequência. Dê tempo ao tempo, seja parceira, converse com sua filha. Jovens gostam de diálogo, sentir que podem confiar nos seus pais. No meu site, tenho um texto que escrevi justamente para os pais de homoafetivos. Boa sorte!

Katyy Psicologia Psicólogo em Nova Iguaçu

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Sera que isso realmente é um problema? Pense pelo lado positivo, pelo menos sua filha esta com saúde e agora esta apaixonada né? Nesse momento sua filha precisa muito do seu apoio pois a discriminação é muito forte em cima da cultura LGBT, então sera que vale a pena ficar com raiva mesmo e descontar tudo na sua filha? Não se esqueça que as resposta aqui no MundoPsicologos não substitui uma Psicoterapia bem avançada e aprofundada

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Olá, Marco!
Sua filha se encontra, aos 13 anos, na adolescência, fase conhecida pela transição natural do desenvolvimento humano, entre a infância e a fase adulta. É comum este período ser marcado por diversas transformações corporais, hormonais e até mesmo comportamentais.
Cada sujeito vivencia essa fase de modo bastante particular, sua filha apresenta um comportamento bastante comum para a fase,
em busca de sua própria identidade.
Algumas dessas vivências são fundamentais no auxilio e descoberta de si mesmo, e da mesma forma é o processo de descobertas sexuais.
Como profissional da saúde mental, aconselho que você acolha sua filha e a oriente de acordo com as dúvidas dela, seja uma ponte de apoio nesse processo de transição. Independente da sua orientação sexual é seu acolhimento que se sobressairá hoje e depois dessa fase.
Caso, sinta que não sabe lidar com a situação e se percebe com dificuldades, procure um(a) psicoterapeuta que possa te ajudar nesse processo e, consequentemente, ajudará sua filha.

Espero ter ajudado e me coloco a disposição para maiores informações.

Att, Núbia Barbosa.

Núbia Cristina Farias Barbosa Psicólogo em Fortaleza

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Marco, entendo que esteja sentindo dificuldade de aceitar o novo, ainda mais quando esse novo, é carregado de notícias midiáticas.
Sua filha esta em pleno momento de descobertas, de saber o que lhe convém ou não, ela precisa de acolhimento, atenção, e por que não aceitação.
Sugiro que busque um Psicoterapeuta para você, para que converse sobre tudo, dessa forma será menos difícil.
Espero que tenha lhe ajudado.
Abraço
Vera Pelizzari

Vera Pelizzari Psicóloga Clínica Psicólogo em São Paulo

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Ola, Na fase da adolescência, existe muita curiosidade entre eles de se conhecer o próprio corpo.E esse processo de auto conhecimento faz parte do sujeito. Mas quando o responsável pelo adolescente percebe que a busca de interesse pelo sexo oposto ou do mesmos sexo.E preciso da ajuda psicológica para ser orientado a lidar com a situação. Abço Psicologa Maria Jose P. Silotti

Psicologia Silotti Psicólogo em Belo Horizonte

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Boa tarde Marco,

A principio podemos perceber que há confiança na relação familiar de vocês, o que é uma ganho muito positivo. Invista sempre na confiança e no diálogo com sua filha, independentemente da sua orientação sexual. Não desvalorize seus sentimentos e mantenha os seus sentimentos em relação a isso também abertos. Se houver dificuldades no entendimento, sugiro que procurem ajuda com psicoterapeuta.

Estou a disposição

Elisa Lengler
Terapeuta de Familia

Elisa Canellãs Lengler Psicólogo em Florianópolis

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Olá Marco,
Tranquilize-se!
Sua filha está passando pela fase da adolescência, cheia de curiosidades e experimentações. E, com 13 anos, está só no começo... Ela não é lésbica, está experimentando... ter uma primeira experiência homoafetiva não define sua orientação sexual.
Entendo a sua preocupação...
Se esta situação estiver lhe causando um grau de sofrimento que esteja comprometendo a sua vida e o seu equilíbrio emocional, seria bom procurar uma ajuda psicológica para trabalhar como lidar com esta situação de uma forma mais saudável.

Fico à disposição,
Marci Kraft

Marci Kraft Psicólogo em Joinville

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Boa tarde Marcos, se sua filha confessou para você, é sinal que ela tem confiança na relação de vocês, então, muito provavelmente você está indo pelo caminho certo.
Ela é sua filha, e precisa ser amada, cuidada, vai precisar de limites (independente da condição sexual); ou seja, nesse quesito, você tratará da mesma forma que se ela relatasse estar apaixonada por um menino.
Talvez o que diferencie, é que ela vai precisar de mais apoio para lidar com as reações preconceituosas que infelizmente ainda são muito fortes.
A homossexualidade não é doença (por isso mesmo não é chamado mais de homossexualismo), não é escolha...se ela realmente tiver atração por pessoas do mesmo sexo, não é algo que alguém possa faze-la mudar. Mas o mais importante, é que independente da condição sexual dela, ela continua sendo sua filha.

Cepaes - Centro de Psicologia Analítica Psicólogo em Vitória

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Todos têm potencial inexplorado!

Atendimento e acompanhamento psicológico.
Destinado a todo aquele que:
* necessita de diagnóstico quanto ao nível de alterações no comportamento, na personalidade e na cognição, bem como o nível de gravidade de determinadas lesões cerebrais e transtornos de aprendizagem; 

* deseja identificar potencialidade e dificuldades cognitivas;

* busque expressar seus conflitos e dificuldades, ultrapassar os obstáculos que o impedem de integrar-se e adaptar-se adequadamente ao meio social;

* busque otimizar desempenhos em concursos, provas e processos seletivos.


Espaço Aline De Coster Psicólogo em Rio de Janeiro

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Olá, Marco. Não podemos, na esfera humana, mensurar o tempo de acordo com parâmetros próprios. Não há como dizer que seja cedo ou tarde, pois o momento em que ela se encontra na adolescência já há uma deliberação de sentimentos, emoções, atrações de natureza física, romântica, afetiva e sexual por aquilo que traz algum significado. Estar apaixonada é uma atribuição natural do comportamento humano, que pode ocorrer em qualquer fase da vida. Na adolescência, muitas vezes, há mistura de sentimentos e sensações positivas e, na menina, prevalecem mais as questões de ordem afetiva, de proximidade, aceitação, companheirismo, lealdade, cumplicidade, similaridades e semelhanças nos contextos de vida. Pode haver, portanto, confusão de sentimentos, de direcionamentos. Mas, estar apaixonada pela amiga é um dado positivo da manifestação afetiva. A descoberta da afetividade com alguém do mesmo sexo tem a mesma relevância do que por alguém do sexo oposto. Aos 13 anos, em via de regra, está mais associado ao complemento afetivo da relação, o que é saudável para ambas as partes. Mas, é importante estar mais próximo de sua filha, expandir as possibilidades de diálogo, sem exigir ou cobrar posicionamentos, mas orientando-a sobre prós e contras das relações afetivas.
Aproxime-se dela, pois será fundamental para um desenvolvimento da ordem afetiva mais segura e natural.

Um abraço,
Marcus Vinícius Gabriel
(psicólogo de São José do Rio Preto)

Marcus Vinícius Gabriel Psicólogo em São José do Rio Preto

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Ola, normalmente os primeiros amores se iniciam na adolescência, acredito que o apoio e o respeito podem fortalecer muito o vinculo entre vocês. Busque a orientação de uma psicologa, pode te ajudar a entender os seus sentimentos e aprender a lidar com a situação que é nova para vocês.
Um abraço

Mariana Amaral

Mariana Amaral Psicólogo em São Paulo

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Marco, bom dia.
Por que você não se pergunta:
Como posso lidar com minha filha?
O que tem te impedido de se relacionar com sua filha?
Somente a opção sexual dela?

Erica Taylor Psicóloga Psicólogo em São Paulo

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Oi, Marco!
Aos 13 anos, a(o) adolescente está em busca de sua própria identidade, por isso, encontra-se mais aberta(o) a experimentações que lhe ajudarão a descobrir quem realmente é. E a sexualidade faz parte desse processo de autoconhecimento que a(o) levará a uma definição de sua orientação sexual. No momento, o que sua filha mais precisa é do seu amor e de sua compreensão por ela estar passando por esse momento. Se você está tendo dificuldades em lidar com isso, recomendo que procure um(a) psicoterapeuta que possa te ajudar nesse processo.

Simone Carvalho de Albuquerque Barros Psicólogo em Recife

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A fase de desenvolvimento humano que sua filha se encontra é recheada de conflitos, de ordens diversas. Uma orientação importante é sugerir um constante diálogo com sua filha, onde ela possa sempre contar com você e se sentir segura. O diálogo facilita a vida pais-filhos e fortalece laços. Evite punições por esse motivo, pois, trata-se de um fator delicado, sendo mal conduzido pode acabar por gerar problemas psicológicos futuros.

Lucas Braz Psicólogo em João Pessoa

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Bom dia Marco! Sua dúvida é muito importante à ser refletida por todos nós. Nos dia atuais esse assunto é muito discutido no meio profissional e nos consultórios com os pais que vivenciam situações parecidas todos os dias. O que posso dizer para você é que o tempo é subjetivo e que idade não é um parâmetro para lidarmos com este tipo de situação, de orientação sexual. O que é mais relevante neste assunto é que sua filha confiou em você em abrir seus sentimentos, isso deve ser valorizado. Acredito que seja interessante, que você procure uma ajuda terapêutica para te orientar a lidar com essa situação e também a sua filha. Talvez ela esteja precisando se conhecer melhor, para assim saber o que realmente ela sente e deseja. O auto conhecimento é muito importante nessa fase da vida, onde através de decisões assertivas e autênticas começam a fazer parte da maturidade construída. Espero ter te ajudado um pouco. Agora reflita sobre o que escrevi e siga uma direção mais adequada para essa situação, que te satisfaça mediante a seus princípios e valores.

Psicóloga Karinne Nacif Teixeira Psicólogo em Rio de Janeiro

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É muito cedo sim, para ela assumir uma escolha sexual que durará a vida toda. Garotas de 13 anos se apaixonam pela melhor amiga. quasse sempre. O que dificulta tudo nos dias atuais é a necessidade de levantar bandeiras e assumir uma escolha onde há ainda pura experimentação.
Espero ter ajudado.
Boa sorte com sua filha.

Soraya Magalhães Homem Psicólogo em Armação de Búzios

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Ola Marco,
Não é cedo... é a partir dessa idade que os jovens começam a se apaixonar... Sua questão deve ter relação com a paixao ser dirigida a uma pessoa do mesmo sexo... mas essa questão não é escolha, não segue regras, não há teorias...
Se ela realmente viver uma relação homoafetiva, vocês enfrentarão as mesmas dificuldades e alegrias que os familiares que lidam com jovens apaixonados, exceto pelo preconceito que ainda existe na sociedade, mas para esse existe o amor e o respeito da familia e dos demais.
Que bom que sua filha tem uma relação aberta e de confiança com você e, que você está aberto a refletir sobre essas questões... Se achar que interessante, procure um profissão da Psicologia para você falar mais sobre o assunto.
Espero ter ajudado.
Abraços.
Lucia Helena Sampaio
Psicologa

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Olá Marco, em primeiro lugar parabéns por procurar ajuda. Com relação à sua filha é importante você sempre lembrar que ela é sua filha.
A homossexualidade deixou de ser vista como doença há muitos anos, e também não é vista como escolha. A sexualidade das pessoas é influenciada por fatores sociais, psicológicos e biológicos, portanto não há uma causa.
Trate sua filha normalmente, pois ela continua e continuará sendo a mesma pessoa. Os valores que você tem ensinado à ela acerca de ética, moral, honestidade, educação, respeito, entre outros permanecerão. A única coisa diferente é a sociedade esperava que ela se interessasse por meninos, mas ela se interessa por meninas, fora essa diferença nada na personalidade ou caráter dela está diferente.
Sua filha está entrando na adolescência, uma fase de experimentação, contudo a orientação sexual (para onde o desejo está orientado, se para pessoas do mesmo sexo ou para sexo oposto) normalmente é definida ainda na infância, e na fase da adolescência este desejo ganha força e forma para que possa ser vivido.

Acredito ser importante que você mantenha uma relação de confiança com sua filha, pois se ela escolheu conversar com você sobre o assunto ela por ver em você uma pessoa em quem confia. Durante as conversas, procure saber desde quando ela percebeu ter interesse por meninas, se é só por essa amiga, ou se ela já sentiu atração ou teve curiosidade com outras meninas, isto pode ajudar a você e ela perceberem se de fato a sexualidade dela se define como homo, ou se é um interesse por ser uma amiga (um amor fraternal).

Caso você perceba que de fato a sexualidade dela seja homoafetiva, ajude-a a entender e se aceitar, para que ela se fortaleça como pessoa e possa lidar com possíveis situações de preconceito. Para isso o primeiro passo é aceitá-la e tratá-la normalmente, pois como disse acima, ela continuará sendo uma pessoa como outra qualquer.

Caso você sinta dificuldades em lidar com a situação, ou ela, é importante que procurem um profissional e façam um acompanhamento psicoterápico.

Conhecer e Agir Psicólogo em São Paulo

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Querido amigo Marco, coisas que são terríveis e acontecem de maneira irregular, estas crianças não sabem o que fazem, nem ficam preocupadas com o futuro, deixe o tempo passar e a vida desta criança voltar!

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Bom dia Marco.
Na verdade acredito que seja cedo para definí-la assim. Nessa idade e com a liberdade de ser e sentir que temos hoje as experimentações ocorrem com maior frequência. Então, pode ser que ela esteja apaixonada por essa amiga hoje e amanhã não esteja mais, ou ainda esteja apaixonada por algum amigo. Adolescentes amam e desamam na mesma velocidade, é bem da fase mesmo. Mas de qualquer forma você está de parabéns por manter uma relação tão aberta e respeitosa com ela que mesmo sendo algo inusitado ela te falou. Mantenha isso, eu imagino que deva ser uma surpresa mas se for o caso de ela realmente sentir atração por pessoas do mesmo sexo ela irá precisar muito de você. Primeiro porque isso não é algo escolhido, não existe "opção" sexual, segundo ela poderá vir a sofrer preconceitos e continuar a ter apoio e respeito da família é fundamental para que ela possa ter uma vida feliz. Em resumo, se ela for de fato lésbica, deverá ser tratada como qualquer outra pessoa. Talvez seja você quem precise de um apoio por um tempo para lidar com isso pois é muito novo.

Abraço,
Marianne Coêlho.

Marianne Coêlho Psicólogo em Fortaleza

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Eu namoro uma menina há 7 meses, os pais quando descobriram não aceitaram e a proibiram de me ver, atualmente ela sofre de não poder ver a pessoa por quem ela está apaixonada, e mais ainda de não poder contar com seus pais em uma fase importante de sua vida. Não seja esse pai pra sua filha!

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Marco, talvez por conta dos "novos valores" e maior conscientização social sobre direitos humanos, os relacionamentos homo-afetivos têm aumentado significativamente e encontrado maior visibilidade. Mas apesar das mudanças, nossa sociedade ainda preserva valores muito conservadores. Há muitos posicionamentos preconceituosos contra homossexuais. Muitos(as) adolescentes, nesta faixa etária, tem optado por relacionamentos homo-afetivos. Não necessariamente esta será o opção sexual definitiva de sua filha. Contando com sua aceitação e apoio, independentemente do que virá depois, ela poderá encontrar maior clareza sobre sua própria sexualidade.

Psicóloga Cristina Aparecida da Silva Psicólogo em Salvador

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Olá Marcos!

Com 13 anos a sua filha apenas está em uma fase da vida conhecida por todos nós chamada de adolescência, onde uma tempestade de hormônios aflora, devido a outro processo chamado puberdade que também se inicia neste período, também na adolescência, período onde não se é mais criança, fase recente de memória para ela, com corpo de adulto, mas também não pode fazer tudo o que o adulto faz, então ela fica perdida e querendo se encontrar e procurar uma identidade entre as várias em que se apresentam para ela, é um período de conflitos existenciais, outro fato interessante é o processo de identificação invertido de formação do inconsciente que ocorre durante a formação do Complexo de Édipo(3 aos 5 anos). Neste processo o menino escolhe o pai como objeto de amor e a mãe como objeto de identificação, a menina o inverso. O processo de humanização se dá por meio da linguagem, onde a função materna e paterna deve ser muito bem estruturada, mas não é só isso, tem muito mais variáveis... então Marco a princípio trate a sua filha como um ser humano, com muito amor e carinho e muito respeito e sem qualquer preconceito evitando um prejuízo na formação de sua filha.
Um grande abraço.
Psicólogo Carlos

Carlos César Petruy Psicólogo em Curitiba

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