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Como lidar com a solidão?

Feita por >Melissa · 31 mar 2016 Orientação sexual

Tenho 42 anos, moro sozinha, sou lésbica e namoro há quatro anos de maneira distante. Nos vemos nos fins de semana, mas a relação não esta bem. Temos muitas discussões e ela é uma pessoa um pouco fria e introspectiva. Gosto dela, pois é uma boa pessoa. Os amigos também gostam dela. No entanto, muitas vezes me sinto só mesmo com ela estando ao meu lado.

Meus pais sabem que sou lésbica. Meu pai me apoia, mas minha mãe não aceita e, por ser religiosa, acho que isso dificulta mais. Me sinto meio que rejeitada pela minha mãe e nem na casa dos meus pais tenho ido. Ela tem deixado claro que não aceita minha questão sexual, e me trata com desdém e até me humilha. E eu sofro muito com tudo isso. Sinto falta do convívio da família. Tentei procurar grupos de apoio, mas não achei. Tenho vários amigos, mas cada um tem sua vida, e nos encontramos somente nos fins de semana. Já tive depressão há uns três anos. O que fazer?

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A melhor resposta 1 ABR 2016

Bom Dia Roberta. Vejo que você está vivendo um drama bem comum nos dias atuais. Ainda existe muito preconceito com relação a orientação sexual (homossexual). Um dos pontos fundamentais para qualquer pessoa de qualquer orientação é a auto aceitação. Se vc se aceita, se lida bem com sua orientação, consequentemente terá uma autoestima positiva. Isso te dará um suporte emocional para enfrentar as dificuldades que terá que enfrentar. Mas uma psicoterapia poderá te ajudar nesse processo. Até para se colocar diante da vida com mais segurança.. É hora de buscar ajuda profissional. Se vc não tiver como buscar por questões econômicas, existem centros de formação com clinicas para atendimento gratuito. Veja na sua cidade. Bos sorte

Nairete Correia
Psicóloga - Neuropsicóloga e Sexóloga.

Psicóloga Nairete Correia Psicólogo em Aracaju

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5 AGO 2016


Atendimento e acompanhamento psicológico.
Destinado a todo aquele que:
* necessita de diagnóstico quanto ao nível de alterações no comportamento, na personalidade e na cognição, bem como o nível de gravidade de determinadas lesões cerebrais e transtornos de aprendizagem; 

* deseja identificar potencialidade e dificuldades cognitivas;

* busque expressar seus conflitos e dificuldades, ultrapassar os obstáculos que o impedem de integrar-se e adaptar-se adequadamente ao meio social;


Atenciosamente,
Aline MS De Coster.

Espaço Aline De Coster Psicólogo em Rio de Janeiro

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21 JUL 2016

Olá Melissa,
Sua pergunta é bem interessante e acho que podemos começar por ela. há, basicamente, dois tipos de solidão. Em uma, mesmo que estejamos sozinhos em casa, sabemos que o mundo lá fora gira, que os amigos têm suas vidas, e que há livros bons, filmes excelentes, ou mesmo uma rede boa para deitarmos e olharmos o teto, pensando nas coisas da vida... Neste tipo de solidão, que chamarei aqui de positiva, não há um morrer de fome sem comida. Não existe o mesmo de passar mal e não ter quem socorra. Pois a gente sabe que até mesmo o porteiro pode socorrer, e o mundo fica mais seguro.
Já na outra solidão, a que vou chamar de negativa, o sentimento de solidão vem curiosamente acompanhado. E quem aparece por trás dele é um abandono medonho. Uma rejeição absurda como se estivéssemos ameaçados por uma multidão. Como se fôssemos um bebê faminto e acordássemos no meio da noite e ninguém nos ouvisse ou socorresse.
Acho que é esta que incomoda.
Você falou do seu relacionamento à distância e parece que vc´s estão mais associados à primeira solidão. Uma sabe da existência da outra, e isso basta.
Entretanto, quando vc menciona sua mãe, parece muito mais com este bebê faminto que relatei acima.
Penso que a psicanálise pode te ajudar bastante. Procure alguém preferencialmente winnicottiano, pois suas questões vão muito além da opção sexual.
Boa sorte pra vc!!!!

Soraya Magalhães Homem Psicólogo em Armação de Búzios

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19 MAI 2016

Oi Melissa,
É muito importante sentir-se integrada, aceita, amada e normalmente vamos buscando isso na nossa família e nas nossas relações. Nem sempre é fácil pois implica em aceitar o diferente, ceder, insistir, dar limites, dar carinho, aceitar carinho enfim, complexo ... mas possível.
A homossexualidade dá um tom mais difícil a essa complexidade devido ao preconceito por isso você precisa estar mais forte, aceitando sua sexualidade, resolvida, de forma que o preconceito não te desequilibre.
Busque ajuda de um psicólogo para trazer à luz pontos que talvez você não tenha abertura para falar com outras pessoas ou mesmo ainda não tenha se dado conta. Acredito que possa ajudá-la nesse momento.

Maria Emília Simões Psicólogo em Salvador

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29 ABR 2016

Bom dia,
Fica claro pelo seu discurso que toda essa situação te põe a sofrer, não é mesmo? É um tanto de coisa para lidar e nem sempre temos os recursos para lidar com essas questões. (In)felizmente, não há receita prêt-à-porter para o sofrimento. Seria interessante que você pudesse ser escutada por um profissional psi, que escute sua singularidade e possa te apontar caminhos para ir desatando esses nós que te impedem de seguir feliz aí pela vida. Na medida em que se fala do sofrimento (e quando não falamos também) podemos transformá-lo, acredito que não em não-sofrimento, mas em formas mais leves de suportar os pesos.
Boa sorte, minha cara.

Ricardo Brandel Junior Psicólogo em Londrina

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11 ABR 2016

Oi melissa. Boa noite. A solidão é uma situação de nossos dias contemporâneos e muitas pessoas, assim como você, também sentem ou passam pela mesma questão. Muitas pesquisas já tentaram mostrar que a solidão pode estar diretamente ligada às questões tecnológicas onde aproxima de um lado e afasta as pessoas de outro, todavia, seria necessário junto a um psicólogo avaliar de modo pormenorizado o que possa de fato estar ocorrendo contigo e o modo como têm conseguido lidar com a solidão. Sobre a questão referente à sua sexualidade é importante olhar para si como alguém que também necessita de apoio, amor e acolhimento mesmo que sinta que sua mãe não te "aceita" como você gostaria e deve pensar que pode ser muito complicado para ela entender o seu modo de ser, diferente de seu pai, que "aparentemente" entendeu e te oferece o apoio necessário para caminhar em frente. As vezes Melissa, a solidão pode ser útil para nos ensinar coisas e nos mostrar questões que antes não podemos ver e para te auxiliar nesse processo o psicólogo é indicado para que juntos possam compreender esse caminho.
Espero ter ajudado.
Estou à disposição.
Att,
Psicólogo Christian Gabalde.

Psicólogo Christian Gabalde Psicólogo em Ribeirão Preto

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3 ABR 2016

Melissa, a solidão também tem seu lado bom, te dá liberdade para poder fazer as coisas que gosta sem ter de se preocupar com a opinião alheia, por exemplo: ler um bom livro, escutar sua música favorita, fazer seu prato predileto, tirando proveito dessa situação. Caso isso não seja o suficiente, uma alternativa é ter um animal de estimação, como um gato ou cachorro. Quando se sentir só e precisar de um diálogo, ligue para algum amigo, ou alguém especial da família, que saiba escutar suas angústias. Caso sua auto estima seja muito baixa, sugiro a você buscar a Terapia Cognitiva, que vai lhe ajudar a lidar com esses pensamentos negativos.

Psicóloga Yara Pessoa Psicólogo em Santo André

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2 ABR 2016

Oi Melissa, se você tiver possibilidade, procure ajuda de um psicólogo, ou se organize para isso. É muito importante você ter esse espaço para tratar dessas questões que estão lhe adoecendo. Autoconhecimento, autoaceitação, autoestima, ,a terapia vai pode lhe levar a essas conquistas. Cuide de você, estarei na torcida.
Grande abraço!
Sueli

Sueli Doniseti dos Santos Psicólogo em São Paulo

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2 ABR 2016

Oi Melissa. Essa sensação de solidão vem de um distanciamento emocional, você deve ter percebido que mesmo quando está com pessoas a sua volta também se sente sozinha. Tem mais haver com a infância e sua escolha por uma parceira segue este modelo de distanciamento, provavelmente referente à sua mãe. Parece que seu pai acaba se submetendo a este julgamento. Bem, nem tudo esta perdido, numa relação terapêutica você pode reestruturar a sua mãe interior. Procure uma terapeuta mulher, que te entende e seja afetuosa, certamente que essa depressão vai acabar e você vai se valorizar mais. Boa sorte.

José Carlos Bastos Psicólogo em Rio das Ostras

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2 ABR 2016

Tu estás relatando muitas angústias e sofrimentos, e lidar com tudo isto sozinha está parecendo bem complicado. Sugiro que procures um psicólogo/psicanalista para que este profissional possa te ajudar, pois a solidão não diz respeito ao fato de estar acompanhada ou não, muitas vezes a pessoa se sente sozinha mesmo rodeada de outras pessoas, isso diz mais respeito à como você se sente consigo mesma.


Tamires Passos Decimo Psicólogo em Passo Fundo

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1 ABR 2016

Boa tarde Melissa. Você descreve um quadro de dificuldades emocionais atuais e histórico depressivo. O seu interior sabe quem procurar, portanto, não demore em procurar um profissional, não se deixe levar por resistências do tipo falta de tempo. Boa sorte. Saudações. Célia Jovanka.

Célia Jovanka Psicólogo em Salvador

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1 ABR 2016

Roberta, creio que você precisa se conhecer melhor e só numa terapia para você ter este contato mais intensamente.
A solidão está dentro de nós , mas se estamos bem por dentro nosso redor fica também.
Espero ter ajudado!
Abraços Psicóloga Natalia Martins

Psicóloga Natalia Martins Psicólogo em São Paulo

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1 ABR 2016

Olá..bem creio que há momentos que vc possa se sentir triste por não ser aceita, mas tente ver que isso de não ser aceita na sua orientação sexual não a deixa de fazer filha de sua mãe, ela apenas preferia que vc fosse igual a ela? Não sei também se ela é feliz, viu geralmente pela minha experiência nessa questão há 25 anos, vejo os pais de lésbicas ou homossexuais não aceitarem a vida sexual dos filhos porque eles mesmos não são felizes sexualmente. Com a sua mãe não deve ser diferente, ela com certeza não tem uma vida plena e satisfatória sexual, porque quem tem não está preocupado com a vida alheia. Vá para uma psicoterapia para crescer emocionalmente e parar de se manter ai no meio do sofrimento.
Boa sorte!

Clínica de Bem Estar Psicólogo em Guarulhos

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1 ABR 2016

Boa noite Roberta
Posso compreender o seu sofrimento, e só posso orientá-la a procurar ajuda psicoterápica com um profissional de psicologia para poder trabalhar essas suas angústias.
Atenciosamente à Psicóloga Ussénade.

Ussénade Maria de Oliveira Psicólogo em Recife

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1 ABR 2016

Ola Roberta,
Você nos apresenta várias angustias. O processo que lhe oriento é com a ajuda de um profissional, avaliar o por que desse sentimento. Várias situações do seu cotidiano estão lhe causando stress, bem como, um ansiedade por um olhar diferenciado par você. O sentimento de abandono também percorre suas palavras e acredito que o processo terapeutico é fundamental para este entendimento.

CogniAção Terapia Cognitivo-Comportamental Psicólogo em Florianópolis

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31 MAR 2016

Roberta, boa noite! A briga e os insultos podem ser expressões de desgaste de uma relação. Este desgaste pode ter várias causas e sintomas que precisam ser compreendidos e bem conhecidos primeiramente individualmente. A insatisfação quanto aos pequenos comportamentos podem se intensificar principalmente quando há uma dificuldade de comunicação do casal. Não temos como mudar o sentimento das pessoas, mas cuidar do nosso e das nossas relações. Neste contexto, a opinião, a conversa e a orientação são importantes para o diálogo na relação, mas sempre com cuidado e zelo nas interpretações. Cada um seguirá conforme seus sentimentos. Seria importante você procurar profissionais que possam te ajudar nestas situações através do processo terapêutico. Serão várias situações no dia a dia que precisarão ser elaboradas de acordo com a sua forma de lidar, ver, sentir e ser. Espero ter lhe ajudado. Para quaisquer outros esclarecimentos, estou à disposição. Danielle Almeida

Danielle de Almeida Psicólogo em Rio de Janeiro

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31 MAR 2016

Oi Roberta, sua pergunta fez com que me questionasse também, pensei: O que sinto pela solidão? Concluo que tenho medo dela! Como a maioria dos humanos, ela nos coloca em contato com questões existências profundas e perturbadoras, coloca em cheque nossas escolhas e o sentido de nossas vidas, quando estamos sozinhos sentimos falta de algo que, as vezes, nem sabemos ao certo o que é, sentimos mais o vazio que temos dentro de nós, bem como nossos medos, que na verdade sempre estão lá, mas quando sozinhos, os vemos mais de perto. Mas também entrar em contato com estas questões nos amadurece, faz com que cresçamos. Concordo com a ideia de que a libertação e a sabedoria vem junto com o sofrimento. Olha Roberta apesar de você ter assumido sua orientação sexual e estar vivendo-a na pratica, fiquei com a sensação de que ainda falta um tantinho para você aceita-la profundamente, talvez por isso acabe ficando sozinha demais. A aceitação é um processo pelo qual todos temos que passar ao longo da vida, não só quanto as escolhas homossexuais, mas com todas as escolhas que fazemos, trabalho, parceiros, casamento, filhos, amigos moradia e por ai vai. Neste sentido não está sozinha! Siga a sugestão do colega Jacson e pense em buscar uma psicoterapia, acredito que lhe ajudará muito neste processo.
Atenciosamente,
Karina Peronti R. Bicalho

Karina Peronti R. Bicalho Psicólogo em São Carlos

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31 MAR 2016

Bom dia Roberta,
Um relacionamento realmente é cheio de dúvidas e inquietações,temos que nos reinventar a cada dia para conseguirmos nos sentir bem nessa relação. Porém, para que possamos nos relacionar verdadeiramente com outra pessoa, temos que aprender primeiramente a nos relacionarmos consigo mesmo, ou seja, temos que estarmos bem com aquilo que somos e temos para podermos nos dedicar a um relacionamento com outra pessoa.
Portanto, nosso companheiro ou companheira deve vir a acrescentar na nossa felicidade e não ser o motivo dela. Sugiro que procures um profissional capacitado e permita-se viver um processo psicoterápico, pois através do autoconhecimento conseguirás lidar melhor com essas faltas que acabaste de relatar e ser mais feliz e realizada nas relações que estabelece com as pessoas a sua volta.

Jacson Vilcinskas Regiel Psicólogo em Balneário Camboriú

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