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Como posso melhorar o relacionamento com minha mãe?

Feita por >Beatrice em 1 Nov 2017 Terapia familiar

Há alguns anos meu relacionamento com minha mãe tem piorado. Antes eu enxergava ela como aquela figura de um ser supremo, que não podia ser contestada, que estava sempre certa, afinal, é minha mãe. Porém cresci e comecei a identificar ela como pessoa e enxergar os diversos erros. Engravidei aos 18 anos e desde então ela acha que pode mandar no modo como cuido do meu filho, fica o tempo inteiro dizendo como tenho que fazer as coisas, como se ele fosse filho dela e não meu. Ela desrespeita totalmente meu papel de mãe e sempre que pode diz que eu sou uma péssima mãe, e fala para o meu filho, que só tem 3 anos, que eu não me importo com ele. Eu não aguento mais explicar pra ela que ela precisa saber separar nosso relacionamento como mãe e filha e como mãe e mãe, mas ela não se importa. Ela se acha melhor do que eu. Ela cometeu várias coisas que considero erradas e que eu não vou fazer com meu filho, como por exemplo, bater nos filhos, pegar dinheiro emprestado e não devolver, falar palavrões... depois que eu cresci ela ainda sujou meu nome, e sempre que pode me coloca pra baixo e joga na minha cara o fato de eu ter engravidado, de eu morar na casa dela e fala pra eu começar a me virar e sair de lá (ela engravidou de mim aos 16 anos e teve meus dois irmãos logo em seguida e ainda moramos no quintal com meus avós). Eu não aguento mais essa situação, sempre brigamos por causa das mesmas coisas, porque ela ultrapassa os limites se intrometendo no jeito que crio meu filho. Quando meu pai e meu irmão me agrediram ela não me defendeu e não fez nada, ela passa por cima desse tipo de coisa e me julga e tenta acabar comigo sempre que pode. Tento estudar, ela diz que eu não estou ligando para o meu filho. Se depender dela eu não vou estudar nunca, sinto que ela quer que eu fracasse na vida pra ela jogar isso na minha cara tbm. Eu não aguento mais essa situação, não existe mais respeito na nossa relação e no momento não posso sair de casa e ir morar sozinha, porque apesar de trabalhar, eu não ganho o suficiente pra sustentar uma casa, eu e meu filho sozinha. Eu só moro mesmo na casa "dela", pois não dependo dela para nada além disso. O que eu faço pra mudar isso? Ela sempre acha que está certa e essa situação já está insuportável. Eu já tive depressão uma vez e ninguém fez nada pra ajudar, esse ano está sendo um buraco sem fundo na minha vida, em vários aspectos e eu não sinto apoio nenhum vindo dela, não sinto que posso contar com ela... com isso já me acostumei, mas o pior é ainda viver essa perseguição todos os dias. Além disso, no ano em que ganhei meu filho emprestei uma grande quantia de dinheiro pra ela, que até hoje ela não me devolveu, já fazem 3 anos. E quando cobro ela se faz de vitima e tenta me fazer ficar como vilã. No ano passado eu estava passando com uma psicologa, mas não foi uma experiência boa pra mim. Estou pensando em tentar de novo, mas por favor, me ajudem com a resposta a essa pergunta: o que eu posso fazer pra melhorar esse relacionamento abusivo com minha mãe?

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Beatrice, conflitos familiares podem ser muito desgastantes, gerar ansiedade e depressão nos membros, além de muito estresse que se reverte em sintomas físicos (dor de cabeça, tensão, por exemplo), irritabilidade, etc. Se você já tentou o diálogo e a boa convivência com sua mãe e não funcionou acho pouco provável que você consiga sensibilizá-la. Algumas pessoas tem uma forma muito cristalizada de agir e interpretar o ambiente e as relações. Muitos casos que eu atendi como o seu se resolveram ou melhoraram quando houve uma separação, ou seja, um dos membros deixou o lar e foi morar em outro lugar. Sugiro que você invista em sua independência, para poder ter seu espaço e poder cuidar do seu filho como achar melhor. Boa sorte.

Leonardo Viana de Vasconcelos Martins Psicólogo em Fortaleza

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Bom dia Beatrice, você tem questões muito sérias e contundentes; é necessário trabalhá-las, pois só assim você começará a se sentir mais segura e firme para encarar esse relacionamento difícil com sua mãe de maneira mais leve e efetiva. Você está no olho do furacão e nesse estado é difícil ver uma saída ou uma maneira de lidar com o problema. O acompanhamento psicoterapêutico lhe auxiliará nessa transição. Organizando seus sentimentos e sentindo-se mais segura, você terá maior viabilidade de compreender a si a seu papel nessa relação com sua mãe, o que possibilitará uma evolução em suas auto reflexões e posterior distanciamento do que lhe incomoda nessa relação.
Espero tê-la ajudado; coloco-me à sua disposição
Att,
Cristiane Malatesta

Cristiane Malatesta Campos de Carvalho Psicólogo em Rio de Janeiro

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A primeira coisa é investir no seu crescimento pessoal e profissional para que possa sair de onde está e ter sua independência. Enquanto isso não acontece, limite-se a tratar sua mãe com respeito e distanciamento, cuidando de suas obrigações como mãe para que ela interfira o menos possível na criação do seu filho. Tem um ditado que diz: Quando um não quer, dois não brigam. Lembre-se disso e evite as discussões para que seu filho não cresça em um ambiente cheio de conflitos, pois isso é muito ruim para a saúde física e mental dele e de todos. Lembre-se que por pior que pareça, você tem um teto e comida para você e seu filho e seja grata por isso pois já é bastante ajuda e aproveite essa ajuda para construir o seu futuro e dar bom exemplo para seu filho, para que se quebre esse padrão e ele não se perpetue nele e você se torne a sua mãe amanhã. Boa sorte.

Ângela Ferreira Batalha Psicólogo em Rio de Janeiro

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O trabalho do analista consiste em despertar aquilo que já existe dentro da pessoa. É a arte de despertar o sujeito para seu potencial criativo genuíno. A finalidade não é curar, e sim favorecer o crescimento interior por meio das dificuldades pessoais.
No decorrer do trabalho analítico há a proposição de que pelo falar, pelo escutar e pelo fazer criativo nos confrontamos com nós próprios. Pôr-se em processo analítico é possibilitar o existir permeável a outros saberes. É despertar para o próprio caminho de vida como processo natural com sentido, finalidade e objetivo; é a experiência interior. A experiência interior se torna experiência de vida quando vivida com todas as suas implicações. A psicoterapia tem como objetivo auxiliar pessoas que sofrem ou estão com dificuldades na vida e não conseguem resolver sozinhas.
Na terapia o analisando é convidado a, num espaço seguro e sigiloso, explorar seus afetos, pensamentos e fantasias que compõem o cenário de seu sofrimento.

Espaço Aline De Coster Psicólogo em Rio de Janeiro

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Beatrice
Todas as relações, são compostas de pessoas, cada uma com seu jeito de pensar, cada qual com a certeza de que está tomando o melhor caminho, assim entendo o quanto esteja sofrendo e o quanto se ache só.
O melhor que você pode fazer nesse momento é buscar ajuda Psicológica, lembre-se quando você está fortalecida, as atitudes dos outros não doerão tanto, você será capaz de tomar as melhores decisões, busque um profissional da área que melhor se identifique.
Espero que tenha conseguido lhe ajudar
Abraço
Vera Pelizzari

Vera Pelizzari Psicóloga Clínica Psicólogo em São Paulo

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beatrice!!! saudaçoes!!!!! procure um psicologo!!!!! vai ser a melhor decisao que vc possa ter tomado nos ultimos anos, ok? vc precisa aprender á se proteger de pessoas abusivas emocionalmente falando, ok? procure uma terapia com urgencia!!!!! este ano ainda, ok? um abraço!!!!1

Sandra Elena Carosio Psicólogo em São José do Rio Preto

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Tratar com técnicas de evitação do emaranhamento familiar. Usar técnicas de assertividade (cognitivas). Usar técnicas comportamentais. Identificar os esquemas envolvidos e sua atratividade.

Anônimo-319606 Psicólogo em Foz do Iguaçu

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Beatrice, bom dia! Não temos como mudar o sentimento das pessoas, mas cuidar do nosso e das nossas relações. Neste contexto, a opinião, a conversa e a orientação são importantes para o diálogo na relação, mas sempre com cuidado e zelo nas interpretações. Cada um seguirá conforme seus sentimentos. Seria importante você procurar profissionais que possam te ajudar nesta situação através do processo terapêutico. Serão várias situações no dia a dia que precisarão ser elaboradas de acordo com a sua forma de lidar, ver, sentir e ser. Não desista de Você! Estou à sua disposição, caso precise de acompanhamento psicológico ou para maiores esclarecimentos. Abraços, Danielle Almeida

Danielle de Almeida Psicólogo em Rio de Janeiro

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Olá Beatrice!
Infelizmente não existem fórmulas certas para melhorar a relação como deseja, porém, vale lembrar que a relação é composta de duas pessoas e que ambas precisam ter o desejo de melhora para elaborarem intervenções. Caso ela não se sinta interessada ou não reconheça estas questões como um problema, o que pode ajudá-la é, através da psicoterapia elaborar todas estas experiências e sentir-se mais fortalecida diante os comportamentos de sua mãe.

Fico a disposição

Maitê Hammoud

Maitê Hammoud Psicólogo em São Paulo

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