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Quero me separar, mas me sinto culpada!

Feita por >Renata em 25 Set 2019 Terapia de casal

Boa dia. Preciso de ajuda. Estou com meu "marido" há 13 anos. No início, era apens um rolo, ele sumia, mentia, era indiferente, me tratou mal várias vezes. Eu, cega, sempre insistindo. Depois de 4 anos, fomos morar juntos, porem nunca me senti amada, valorizada. Apesar dele não sair mais para baladas com amigos, ele não era companheiro, nunca fui prioridade (a prioridade era a família dele, sempre passava os fds no sítio da mãe). Tive uma gravidez não planejada por um descuido, ele não gostou, ficou dias sem falar comigo. Hoje é um ótimo pai, mudou bastante algumas atitudes, mas o nosso relacionamento é mto superficial. Já conversei mto com ele, mas ele empurra com a barriga. Não fazemos planos, não programamos passeios, não temos carinho, pouco diálogo, sinto solidão a dois. A sensação é de dois colegas que dividem a casa, as contas e criam o filho. Penso muito em me separar, deixar essas mágoas no passado, tentar ser feliz de novo. Queria melhorar minha autoestima, que foi pro buraco. Parece que nesse tempo, me perdi de mim. Ele não aceita,faz drama, diz que me ama, que estou jogando nossa família fora, que nosso filho vai sofrer, que é um cara trabalhador, bom pai, bom coração, enfim... Ao mesmo tempo que tenho enorme vontade de sair desta situação, me sinto culpada, e nem sei porquê.

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Oi Renata... como Psicoterapeuta, não tenho freios e a melhor resposta é a verdade. Não precisa se sentir culpada pelo desejo seu em querer se separar, mas não sem antes usar de todas as estratégias. Voce esqueceu de voce... isto é um problema. Então reencontre a Renata e ame a Renata. Voces não tem diálogo um com o outro, o amor não nasce assim. Cadê a cumplicidade? Ele agora não quer se separar pelo filho, mas... e a relação contigo? Voces se falam das necessidades internas? Não! Cadê as tuas fantasias... ele sabe das tuas fantasias? Teus desejos? teus gostos? Você sabe as dele? Não! Então... o amor não surgiu. Pode até se separar dele mas antes devem se falar todas estas coisas. Um deve esvaziar a alma para o outro, mesmo que na primeira vez não consigam dizer tudo. São necessárias muitas conversas juntos, mas sejam verdadeiros, antes com voces mesmo e depois com o outro. Isso pode solucionar. Se precisar, estou aí para auxiliar.

Geime Rozanski Psicólogo em Brasília

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Renata, filho não é desculpa para se manter em uma relação onde não existe amor. Um relacionamento onde existem duas pessoas deve existir amor, carinho, cumplicidade, respeito, companheirismo, planos, alegrias... muitas das coisas não vi em seu relato. Desde o inicio de seu relacionamento você relata que muito mais deu do que recebeu. Começou errado. Uma relação a dois, o amor, a doação deve vir dos dois lados. Mas por um tempo, me parece que mesmo assim deu certo. Que bom que deu certo, mas se hoje aquilo que antes te bastava hoje não te basta mais. Esta na hora de ir em busca daquilo que deseja. Da sua Felicidade. Em busca de Você, que nesta doação para esta relação se perdeu...
Todos têm o direito de ser Feliz. De buscar sua Felicidade. Todos têm o direito de querer algo melhor para Si.
Não está feliz neste relacionamento, não esta mais te bastando aquilo que ele têm para te oferecer, não se perca mais, não se anule mais... ele sempre será o pai de seu filho, sempre terá o seu respeito, mas para isso não precisam estar morando no mesmo lugar, dividindo a mesma casa, as contas, a cama...
Vá em busca de você, em busca daquilo que te faz bem, daquilo que gosta... do que te dá prazer...
A terapia te ajudaria muito na recuperação deste EU que se perdeu...

Ana Cristina de Melo Rodrigues Psicóloga Psicólogo em São Paulo

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Olá, Renata!
Em seu texto você descreve uma relação unilateral, que se estabeleceu de você para com seu marido, mas não dele para com você. Através do seu relato é possível identificar que o compromisso dele foi primeiramente com amigos, balada, com a família nuclear e hoje com a filha (o que é muito bom!), mas falta você nessa história.
Não é preciso dizer que você não tem motivos para se sentir culpada, pois provavelmente você entende isso, mas é preciso entender o motivo pelo qual você concordou em ficar em segundo plano por todo esse tempo. Quando você conseguir entender esse motivo, vai ter forças para mudar essa relação ou seguir seu caminho e encontrar realização em outra relação.
Abraços e se cuide sempre!

Serene Psicologia Cognitivo Comportamental Psicólogo em Campo Grande

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Olá Renata, deves pesar os prós e contras de uma possível separação. Será que você não está fixada no passado que iniciou ruim com ele? Realmente vocês já tentaram tudo o que foi possível para salvar este casamento, juntos? Para responder essas e outras perguntas é importante que o casal dialogue. Sozinhos ou mediado por alguém sensato pode ser uma estratégia para lidar com esta questão. Em qualquer relacionamento, lidar com a verdade é a melhor saída. Busque ser assertiva, mas não deixe de expressar o que sente, mas não esqueça de ouvir o que ele também deve ter para te dizer. A partir daí decidam juntos o que farão daqui para frente.

Pensare Psicologia Psicólogo em Criciúma

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Desde já agradeço o contato.
Imagino sua angústia com essa situação.
Sobre o seu relato na terapia Cognitivo Comportamental é possível trabalhar com a terapia de casal, quando ambos tem interesse.
Ou pelo seu discurso trabalhar sua autoestima ( que por vezes ajuda fortalecer a relação) construir um gráfico do relacionamento com pontos forte e fracos e a partir desses levantamentos possivelmente você conseguirá ter mais entendimento de qual lado será mais agradável à você.

Roberto Luiz Junior Psicólogo Psicólogo em São Paulo

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