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Disfunção erétil: medo, crenças e preconceitos!

Pesquisas recentes tem nos mostrado que pelo menos 50% dos homens acima dos 40 anos sofrem com o problema de disfunção erétil.

6 Nov 2017 Sexualidade - Leitura: min.

Bauru São Paulo

Pesquisas recentes tem nos mostrado que pelo menos 50% dos homens acima dos 40 anos sofrem com o problema de disfunção erétil, o qual se refere a dificuldade e/ou impossibilidade de ter e/ou manter uma ereção para uma penetração vaginal que proporcione uma relação sexual satisfatória.

A ereção ocorre através de um estímulo que se dá por nossos sentidos (tato/visão), em que o cérebro capta esta excitação e envia a informação que chegam até à musculatura peniana, o qual se enche de sangue e simultaneamente as veias são comprimidas num processo simultâneo, alguns fatores podem influenciar tal processo ocorrendo a disfunção erétil.

Na disfunção erétil é sempre necessário a investigação de problemas físicos através de uma avaliação médica para caso seja necessária a realização de um tratamento, a hipertensão, a diabete, distúrbios hormonais, consumo excessivo de drogas e efeitos colaterais de medicamentos são alguns fatores de ordem física que podem influenciar na disfunção erétil, porém mesmo quando há um problema físico pode desenvolver um problema psicológico que será necessário um tratamento, pois o medo e a ansiedade de uma recorrência do problema será potencializado e será de suma importância trabalhar o bloqueio emocional do trauma inicial da disfunção.

Porém o que ocorrem em muitos casos é que o homem não consegue lidar com o constrangimento ocorrido pelo problema, se fecham, não conversam com sua companheira, o que acaba potencializando a dificuldade em admitir o problema e consequentemente a buscar ajuda profissional, e passam a sofrer por muitos anos com algo que há tratamento.

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Quando não há uma causa física, são os fatores psicológicos os responsáveis pelos problemas de disfunção erétil, o que ocorre na maioria dos casos. Nossos pensamentos são fortes influentes no nosso organismo, e não diferentemente em nossa vida sexual.

Cada pessoa reage de forma diferente diante de seus conflitos emocionais, de acordo com sua personalidade, sua história, e seu desenvolvimento, porém algumas causas são mais comuns na disfunção erétil, tais como:

  • Situação estressante do dia a dia, como os problemas financeiros, problemas profissionais, problemas familiares, entre outros problemas enfrentados.
  • Conflitos e/ou decepções amorosas.
  • Traumas (abusos sexuais, violência doméstica, entre outros)
  • Medos (gravidez, doenças sexualmente transmissíveis, de falhar, de não ser bom o suficiente)
  • Falta de autoestima

Nunca se exigiu tanto um desempenho sexual perfeito e um corpo também perfeito, o que cria grandes angústias. E hoje vivemos em uma sociedade imediatista, queremos fazer tudo ao mesmo tempo e com perfeição, queremos resolver todos os problemas no agora, e sem o direito de falharmos, nossa mente está bombardeada com pensamentos que não conseguimos pensar, e quando o homem falha especialmente no caso sexual, isso gera uma culpa excessiva, um sentimento de incapacidade, ele é consumido por sua ansiedade em resolver o problema e voltar a ser o "homem" que deveria ser.

Em alguns casos a relação afetiva do casal pode ser fator influente na disfunção erétil, pois quando a qualidade da relação não está bem, acaba gerando um acumulo de sentimentos negativos que tem influência na diminuição da atração sexual entre o casal.

Mas é preciso ser investigado as causas do problema, os fatores que influenciaram, ressignificar suas crenças, e especialmente pensar qualitativamente, deste modo, desenvolvendo a capacidade de lidar com as frustrações e situações da vida que de alguma maneira podem influenciar na disfunção erétil. É necessário compreender que em algum momento não conseguimos isso sozinhos, é preciso buscar ajuda profissional para compreender a origem de muitas de nossas fantasias e preconceitos a respeito de si mesmo e que de alguma maneira influencia negativamente em nosso organismo, precisamos nos conhecer, nos aceitar e nos proporcionar uma melhor qualidade de vida.

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