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Adriane do Carmo Vieira

Número do CRP: #06/212085

Sede em São Paulo

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Perdizes. São Paulo (cidade)

Perdizes

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Sobre mim

Psicóloga Clínica | Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental

Formação e Especializações:

Com cinco anos de experiência na área, sou especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduada em Psicologia Positiva e Bem-Estar.

Atuação e Abordagem:

Atendo adolescentes e adultos, auxiliando-os a lidar com questões como ansiedade, autoestima, relacionamentos, inteligência emocional e outros desafios emocionais. O meu compromisso é promover o autoconhecimento, fortalecer a saúde mental e contribuir para uma vida mais equilibrada e satisfatória.

A minha experiência abrange diferentes contextos, incluindo psicologia organizacional, escolar e clínica, o que me permite uma visão ampla e integrada das necessidades emocionais e comportamentais. Acredito no potencial único de cada pessoa para a transformação e crescimento, por isso, ofereço um espaço acolhedor e colaborativo, onde trabalhamos juntos para desenvolver estratégias eficazes rumo ao bem-estar e à qualidade de vida.

Se deseja iniciar essa jornada de autoconhecimento e mudança, estou aqui para ajudar. Agende a sua sessão e vamos juntos transformar a sua trajetória!

Serviços e preços

  • Terapia Positiva ...

  • Sessão individual

Especialidades e tratamentos

Ansiedade
Autoestima
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Boa relação qualidade-preço

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Últimas perguntas respondidas
Terapia de casal
Namorada nunca manda mensagem primeiro. O que pode ser e como lidar?
Somos adultos, com 26 e 23 anos. Temos uma rotina de trabalho e nos vemos apenas nos sábados por causa disso e da distância. Nos três meses de relacionamento que temos, já observei que minha namorada quase nunca me envia mensagens primeiro (se enviou um "bom dia" antes de mim, dá até pra contar), nem mesmo puxa assunto, ou chama/propõe para fazermos algo nos sábados. Não tenho problemas quanto a eu enviá-las primeiro, ser quem puxa o assunto, ou até mesmo quem convida pra fazer algo, porém por vezes isso tem me causado uma sensação de desequilíbrio na relação sobre o quanto ela está investindo. Por sinal, já fiz o teste de não mandar mensagem até o dia de nos encontrarmos e aconteceu o que imaginava: ela manteve-se inerte. Gostaria de esclarecer que não espero ficar conversando todos os dias e tal, mas entendo que pelo menos desejar um bom-dia ou perguntar como ele o foi seria aceitável - o mesmo vale para propor nossas atividades. Isso não pela necessidade de validação ou medo de a perder (pois eu sei quem sou e o meu valor), mas pelo interesse com relação ao parceiro. A minha preocupação é continuar em um relacionamento em que as energias despendidas são unilaterais. O que fazer e o que pode ser a razão dela ser assim? Desde já agradeço o retorno.
Terapia de casal
Falta de posicionamento em relação a família.
Olá sou "casado" há 7 anos com minha esposa, moramos juntos e temos uma relação boa nos damos super bem. Tenho 2 enteados uma menina de 16 anos ( que é suporte apegada a mim, ela é fruto de um primeiro relacionamento que não deu certo ela foi criada sem contato algum com o genitor que a recusou quando nasceu), e tenho um menino de 11 anos ( temos uma relação ótima ele me respeita em tudo somos muito amigos. Ele é fruto do segundo relacionamento e ele tem total contato com o pai e os familiares). A questão é: tem me incomodado e não é de hoje a falta de posicionamento em relação a família , resumidamente minha esposa não sabe falar não e nem a se posicionar em determinados assuntos, mesmo quando afetam ela e os filhos. Ela não expõe a sua opinião. Ela tem uma irmã onde a família protege de em todos os sentidos pois alegam que ela é depressiva e que tudo que ela faz não é por mal , mas ela a irmã é a causadora de todos os conflitos familiares que acontece na família, por ser autoritária e querer a atenção de todos. A irmã tem a necessidade de se sentir querida e útil custe oque custar. Tem muito ciúmes da minha relação com a menina pois segundo ela ela é a segunda mãe da menina. A irmã tem 31 anos nunca namorou não trabalha e é dependente financeiramente da vó. Acredito que o fato da minha esposa ter vivido muito tempo dependendo financeiramente da família isso pode ter se agravado, não sei. Mas até hoje ela não se desprendeu disso. A família dela nunca foi mil maravilhas comigo por eu não ser o perfil imaginado por eles, já vi situações onde ela evitava falar meu nome em conversas para não indispor .... Me sinto excluído em eventos de família e tal, ninguém tem muito interesse em saber como anda minha vida. Enfim sobre a falta de posicionamento Exemplo eu tive uma ideia em relação a deperminada situação em relação a nossa filha. Quando a minha esposa vai falar sobre esse assunto ela não fala que a ideia foi minha. A sensação que tenho que ela está sempre pisando em ovos. Todas as ideias que partem da irmã são as ideias que seriam acatadas de imediato Sinto que ela não se posiciona nas opiniões próprias e quando são minhas.
Terapia de casal
É possível salvar um casamento desgastado?
Há 6 anos sou casada, ano passado nos separamos por alguns meses, 5 meses para ser exata. Não estávamos mais conseguindo conviver juntos, não tínhamos nenhum tipo de interesse no outro, nem respeito e muito menos admiração mútua. Em outubro, acabamos tendo uma recaída e estamos até hoje tentando reatar algo... Mas temos uma bagagem muito grande de erros, eu não sei se consigo perdoa-lo e ele também não sabe se consegue perdoar. Acredito que o amor tenha acabado, mas o sentimento de "gostar" permanece, isso no meu caso, já da parte dele, ele está apático, mas não só sobre mim, está apático com a vida. Ontem tivemos uma conversa não tão franca assim, mas ele disse que só me admira como mãe (temos um filho de quase 6 anos) só que eu, não consigo admira-lo em nenhum aspecto mais. Não sei se estou presa no passado, na idealização de quem ele era antes, no início da nossa relação. De fato, ele foi alguém que me machucou bastante sentimentalmente, me decepcionei muito com ele e suas pequenas atitudes que fizeram com que eu tivesse reações explosivas (sou border) e consequentemente afetava ele, por mais que eu enxergue que minhas ações foram acima dos erros dele (o que acarretou na perda de confiança entre ambos) ainda sim, no fundo eu queria que conseguíssemos superar todas essas mágoas e voltarmos a sermos felizes juntos como casal, mas será que é possível essa "restauração"? Não sei se devemos seguir em frente e conhecer outras pessoas, mas só essa ideia de um novo relacionamento, um novo ciclo... Me deixa triste, pois sem dúvidas queria muito que ele fosse meu parceiro de vida, tínhamos tanta conexão que parecia que seria para sempre. Eu me sentia tão amada, éramos muito amados. Tivemos muitos desentendimentos, confusões, falta de diálogos que resultou nesse grande desastre. Será que vale a pena tentar nos salvar?
Ansiedade
Fico muito preocupada quando meu marido sai.
Tenho ansiedade generalizada, e toda vez que meu marido sai e começa a demorar muito eu começo a imaginar várias coisas de ruim ,começo a pensar que ele sofreu um acidente principalmente porque ele sai de moto ,fico vendo várias cenas horríveis em minha mente começa a dar dor de cabeça e dor no estômago, ele normalmente não leva celular e quando levar não atende porque está provavelmente ocupado , só que isso é muito difícil pra mim não é sempre é só quando ele vai a algum lugar e demora tipo já era para ter chegado e não chegar , não sei o que fazer para melhorar pois isso é muito ruim principalmente porque ele tá querendo trabalhar de uber já até imagino que isso vai me matar de angústia.
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Psicologia infantil
Como contar para meu filho sobre o pai verdadeiro?
Meu filho tem 5 anos o pai biológico dele nunca o visitou somente registrou e paga a pensão, quem cria meu filho é meu marido dês de que nasceu, ele o vê como pai desde então, não sabe a existência do outro, mas não sei como contar para ele .

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