O que fazer para meu esposo entender que não tenho mais sentimentos por ele?
Eu não o amo mais, faço questão de deixar isso bem claro, já tentei me separar mais ele usa nossos filhos, ameaça tirá-los de mim, faz muita pressão psicológica
Eu não o amo mais, faço questão de deixar isso bem claro, já tentei me separar mais ele usa nossos filhos, ameaça tirá-los de mim, faz muita pressão psicológica
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Olá, Ana.
Pelo que você descreve, o problema parece não ser que seu esposo não entenda que você não o ama mais. Você diz que já deixou isso claro e, ainda assim, ele utiliza os filhos e faz ameaças para impedir que você se afaste. Isso deixa de ser uma dificuldade de comunicação e passa a ser uma dinâmica de controle.
Quando uma pessoa usa medo, culpa, chantagem ou os filhos como forma de manter o relacionamento, estamos diante de comportamentos que configuram violência psicológica. É muito comum que, nessas situações, a mulher passe a acreditar que precisa encontrar uma forma de convencer o outro a aceitar a separação, quando, na verdade, ele pode estar usando justamente aquilo que percebe como sua maior vulnerabilidade para que você desista.
Pelo seu relato, o medo de perder seus filhos parece ser essa vulnerabilidade. É importante saber que ameaças e afirmações feitas em momentos de conflito não significam, necessariamente, que elas irão acontecer. Buscar uma orientação jurídica pode ajudá-la a compreender quais são, de fato, os seus direitos, como funcionam as questões relacionadas à guarda dos filhos e quais medidas podem ser tomadas para protegê-la. Ter acesso a informações confiáveis diminui a sensação de medo e ajuda a tomar decisões com mais segurança.
Você não precisa permanecer em um relacionamento por receio de ameaças. Ao mesmo tempo, como você relata pressão psicológica, é importante cuidar da sua segurança e da segurança dos seus filhos. Fortaleça sua rede de apoio e, se houver qualquer escalada das ameaças ou risco à integridade de vocês, procure os serviços de proteção à mulher da sua região. Você pode discar 180 para receber orientações.
A psicoterapia também pode ser um espaço importante para ajudá-la a compreender essa dinâmica, fortalecer sua confiança e reconstruir a sensação de que você pode conduzir sua própria vida sem ser paralisada pelo medo. Se fizer sentido para você, fico à disposição para acompanhá-la nesse processo por meio da psicoterapia. Sou especialista em violências contra a mulher.
Um abraço
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Olá, Ana, primeiramente gostaria de te agradecer pela oportunidade de te ajudar.
Ana, essa ameaça de retirada de filhos não compete às dores e desejos dele, se de fato para ti está claro, seguro que você não sente mais o amor necessário para manter um matrimônio, não serão ameaças que segurarão sua verdade — quanto a tal ameaça de retirada, simplesmente você procura por seus direitos de guarda de seus filhos, o Estado assegura sua maternidade e te protege de qualquer transgressão à sua liberdade e bem-estar. Quanto às pressões psicológicas outras, Ana, a psicoterapia poderá sim ser um potente auxílio no seu processo de separação, pois é nesse lugar e momento de fala, reflexão e acolhimento que conseguiremos juntos divisar como agir e reagir minimamente de modo coerente e dignamente frente a essa difícil situação, sim, Ana?
Ana, fico à disposição, realizo o atendimento on-line.
Fique bem, faça o bem.
Um cordial abraço,
Bruno Souza Marques – CRP 05/62038
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Olá, Ana.
Seu relato é preocupante. Quando uma pessoa utiliza os filhos, faz ameaças ou exerce pressão psicológica para impedir o fim de um relacionamento, isso vai além de uma dificuldade em aceitar a separação e merece ser levado a sério.
Você não pode obrigá-lo a compreender que seus sentimentos mudaram. O que é possível é estabelecer seus limites e buscar formas de se proteger emocionalmente e, se necessário, juridicamente. A decisão sobre permanecer ou não em um relacionamento não depende da concordância do outro.
Diante do que você descreve, pode ser importante buscar apoio psicológico e também orientação jurídica para entender seus direitos em relação aos filhos e à separação. Você não precisa enfrentar essa situação sozinha.
Fico à disposição.
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Olá Ana, espero que esteja tudo bem com você.
Antes de qualquer coisa, quero reconhecer a clareza com que você expressa o que sente. Saber que não ama mais é, por si só, um passo importante, e você tem todo o direito de se posicionar dessa forma. O que você descreve, no entanto, vai além do fim de um amor: o uso dos filhos como instrumento de pressão, as ameaças de tirá-los de você e o desgaste psicológico contínuo configuram uma situação que te traz sofrimento. Você não está exagerando, e esse tipo de sentimento merece atenção e cuidado.
É importante compreender que decisões sobre a guarda dos filhos não se resolvem por ameaças, e sim por caminhos legais e entendimentos interpessoais que existem para proteger você e, principalmente, as crianças, que são o elo mais frágil nesse contexto. Neste momento o que pode te fortalecer é acionar sua rede de apoio: pessoas de confiança, familiares, amigos. É preciso compreender também a trajetória do fim desse amor, e quais motivos levaram a isso. A clareza sobre esse ponto pode dar importantes entendimentos para você e seu marido. Buscar orientação não é precipitar nada; é se proteger e ganhar clareza, o que pode ser muito bom para todos.
Junto a isso, um acompanhamento com um profissional de Psicologia pode te oferecer um espaço seguro para você se reconectar consigo mesma, fortalecer sua autoestima e tomar decisões a partir do seu próprio bem-estar, e não a partir do medo que está sendo imposto. Você é merecedora de uma vida com tranquilidade, respeito e segurança, e existem caminhos para construir isso. Se for possível, dê esse passo de buscar apoio agora. Você não precisa atravessar isso sozinha.
Espero ter te ajudado, e desejo que fique bem.
Um abraço!
Clóvis Neto - Psicólogo Clínico CRP 17/1518
(Atendimentos On-line)
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Olá Ana!
Entendo o quanto essa situação deve ser dolorosa e desgastante para você. Quando uma pessoa utiliza os filhos como forma de ameaça, faz pressão psicológica ou tenta impedir que o outro tome decisões sobre a própria vida, ela está exercendo uma forma de controle que costuma gerar muito medo, insegurança e sofrimento emocional. É importante que você saiba que os seus sentimentos são válidos e que ninguém deve permanecer em um relacionamento por medo ou por ameaças. Muitas vezes, após vivenciar esse tipo de dinâmica por muito tempo, a pessoa começa a duvidar de si mesma e da sua capacidade de seguir em frente, mas isso não significa que ela seja fraca ou incapaz. Buscar apoio emocional, jurídico e de pessoas de confiança pode ajudá-la a enxergar a situação com mais clareza e a construir estratégias seguras para tomar decisões. Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Estou à disposição para acolhê-la e ajudá-la nesse processo.
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Ola Ana, situação ruim esta que está passando, está também é uma forma de alienação que seu marido faz.
Tudo começa em você não ter que fazer nada para seu marido entender que você já não o ama. Se você já verbalizou de forma , clara e objetiva, que não tem mais sentimentos por ela, que não quer mais continuar vivendo com ele. Você já fez tudo o que precisava. A parte de não aceitação pertence a ele.
VocÊ pode e deve buscar os meios legais para concretizar este seu desejo, e apoi psicológico, para se fortalecer emocionalmente e lidar com estre processo de divorcio
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O processo de separação nunca é fácil para nenhuma das partes. O medo nesses momentos é sempre presente. Você deve pontuar os prós e os contras de ficar casada antes de tomar uma decisão tão séria. Enquanto a ele usar seus filhos para lhe segurar em um casamento que te faz infeliz, fique tranquila. É muito difícil uma mãe perder a guarda dos filhos.
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Bom dia, Ana! Obrigado por citar. Para que se construa, junto com você, encaminhamento consistente com sabedoria e discernimento, precisaremos que você coloque dados contextualizadores que contenham elementos da história passada, da vivência atual e das potenciais perspectivas futuras.
Especialmente quando se tem filhos é preciso conduzir com muita sabedoria, diálogo e empatia a busca por desdobramentos razoáveis, plausíveis para que se tenha um futuro mais harmônico do que o que se vivencia na atualidade.
Será enriquecedor que você conte com a assessoria científica de um de psicólogo para organizar as melhores estratégias para encaminhamento das coisas em busca de seu crescimento pessoal, considerando a partida do panorama de vida atual.
Atenciosamente,
Ary Donizete Machado - psicólogo clínico e orientador sobre a ocupação do tempo.
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Se o medo de que ele tente tirar seus filhos não existisse, que escolha você faria por você?
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Ana, o que você está vivendo parece ser uma situação extremamente desgastante e angustiante. Quando uma pessoa toma a decisão de encerrar um relacionamento e não consegue seguir adiante porque encontra ameaças, chantagens ou pressão emocional, é comum sentir medo, impotência, culpa e até a sensação de estar presa em uma situação sem saída.
Pelo que você relata, a questão principal não parece ser fazer seu esposo entender que você não o ama mais. Você já disse isso de forma clara. O desafio é que ele não está aceitando essa decisão e utiliza o medo de perder os filhos como forma de pressioná-la a permanecer na relação. Isso costuma gerar um sofrimento intenso, porque coloca você diante de uma escolha impossível: cuidar das suas necessidades emocionais ou lidar com a ameaça de perder aquilo que mais ama.
É importante lembrar que o fim dos sentimentos não torna você uma pessoa ruim. Relacionamentos podem chegar ao fim por diversos motivos, e reconhecer que não deseja mais permanecer em uma relação é um direito seu. Permanecer em um casamento apenas por medo, pressão ou ameaça costuma aumentar o sofrimento de todos os envolvidos ao longo do tempo.
Na perspectiva da TCC, é importante observar quais pensamentos surgem quando ele faz essas ameaças. Muitas vezes, o medo leva a conclusões extremas, como acreditar que não existe alternativa ou que qualquer tentativa de separação resultará na perda dos filhos. Nesses momentos, buscar informações concretas e apoio adequado pode ajudar a diferenciar os riscos reais dos medos alimentados pela pressão emocional.
Se as ameaças são frequentes e estão afetando sua segurança emocional, procure apoio de familiares de confiança, amigos ou orientação jurídica para compreender seus direitos e possibilidades. Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Ter uma rede de apoio pode ajudá-la a tomar decisões de forma mais segura e consciente.
Acima de tudo, lembre-se de que um relacionamento saudável é construído sobre respeito, não sobre medo. Seus sentimentos merecem ser ouvidos, e sua decisão merece ser respeitada, mesmo que o outro não concorde com ela.
Se você sentir que precisa de um espaço seguro para organizar seus pensamentos, fortalecer sua confiança e lidar com os impactos emocionais dessa situação, a psicoterapia pode ser um importante apoio. E, se estiver confortável e segura para iniciar esse processo, pode entrar em contato comigo. Terei o prazer de acolher você nesse momento tão delicado.
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