Sou casada a 4a anos e vivo muito bem com meu marido. Temos muita afinidade, respeito e muito amor. Meu relacionamento é muito saudável.
Meu marido tem um filho de 22 anos. Sempre soube que ele moraria conosco, mas não tinha ideia do quão difícil isso seria. Ele é um bom rapaz trabalha e estuda, mas é mimado, autoritário e arrogante. Não faz absolutamente nada dentro de casa. Deixa tudo bagunçado e fora do lugar. Louça, roupa, banheiro parece uma piscina quando ele usa... Sem contar as despesas, não ajuda em nada financeiramente e ele come por três... A compra da semana dura dois dias. Toma decisões, usa os recursos da nossa casa da forma que bem entende e ainda tem a namorada que volta e meia dorme em casa. Moramos em um apartamento pequeno. Não temos privacidade nenhuma, tudo gira em torno dele. .Meu marido o chama no diminutivo, como um bebê. As férias do Juninho, o almoço do Juninho, o descanso do Juninho, vou ver com o Juninho... Já conversei com ele sobre termos o mínimo de regras de convivência, mas sinto que não é um incomodo pra ele. Ás vezes parece que eu é que moro com o rapaz e não ele com a gente. Estou temendo pelo meu casamento, não tenho vontade de voltar pra casa no fim do dia. Preciso de uma orientação. Obrigada
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3 JUL 2026
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Olá, Bruna!
Antes de qualquer coisa, imagino o quanto essa situação deve estar sendo difícil e desgastante para você. Quando li que você já não sente vontade de voltar para casa no fim do dia, fiquei pensando no quanto isso mostra que esse contexto tem afetado seu bem-estar em um lugar que deveria ser de acolhimento e descanso.
Pelo seu relato, percebo que você já tentou conversar com seu marido e buscar formas de tornar essa convivência mais equilibrada, mas sente que suas necessidades não têm sido consideradas. Isso pode gerar uma sensação de impotência e até de solidão dentro da própria relação.
Enquanto você busca uma solução, talvez valha a pena olhar para as tentativas que já fez até aqui: o que você esperava que acontecesse em cada uma delas? O que, de fato, aconteceu? Às vezes, esse tipo de reflexão nos ajuda a perceber quais estratégias têm aproximado ou afastado a gente da vida e dos desfechos que gostaríamos de construir.
Acredito que a terapia possa ser um espaço importante para olhar com mais cuidado para tudo isso. Além de acolher esse sofrimento, ela pode ajudá-la a compreender melhor essa dinâmica, identificar novas possibilidades de ação e construir, aos poucos, um contexto mais saudável para você.
ONTEM, 18 JUL 2026
· Esta resposta foi útil a 0 pessoas
Bruna , o mlehor caminho é este mesmo o diaologo com seu cônjuge de como você está se sentindo, de como está afetando seu emocional, e se você está sobre carregada.
Como vocÊ disse que parece que para seu marido não é um incomodo, este é um ponto a ser abordado, são três adultos dividindo um lar , é muito imoortante que não seja incômodo para ninguém.
**** Vale resslatar se vocÊ não está catastrofizando alguma situação nessa relação de vocês também ok
8 JUL 2026
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Olá Bruna!
Conviver com outra pessoa adulta exige acordos, responsabilidades compartilhadas e respeito pelo espaço comum. Pelo que você relata, você sente que essas regras não existem ou, quando tenta falar sobre elas, suas necessidades acabam ficando em segundo plano. Com o tempo, essa sensação pode gerar sobrecarga, frustração e até um sentimento de não pertencimento dentro da própria casa.
Também percebo que existe algo que a machuca bastante: a forma como seu marido se relaciona com o filho. Você descreve um cuidado muito intenso, como se ele ainda ocupasse o lugar de uma criança. Não cabe julgarmos essa relação, pois ela foi construída ao longo da história deles. No entanto, é importante compreender que um filho adulto pode continuar sendo amado e acolhido sem que isso impeça o desenvolvimento de autonomia, responsabilidade e compromisso com a convivência familiar.
Percebo também que você já está dando sinais de desgaste emocional quando diz que perdeu a vontade de voltar para casa e teme pelo seu casamento. Esses sentimentos merecem atenção, porque indicam que a situação deixou de ser um incômodo pontual e passou a afetar seu bem-estar e sua relação conjugal.
Talvez seja o momento de ter uma conversa com seu marido que não seja sobre "o que o Juninho faz ou deixa de fazer", mas sobre como você tem se sentido dentro da sua própria casa. Falar sobre seus sentimentos costuma abrir mais espaço para o diálogo do que apenas apontar comportamentos que precisam mudar. Em vez de focar em quem está certo ou errado, tente compartilhar o impacto que essa dinâmica tem causado em você e no relacionamento de vocês.
Se perceber que essas conversas continuam não produzindo mudanças, a psicoterapia pode ajudá-la a compreender quais limites são importantes para você, como comunicá-los de forma assertiva e como o casal pode construir uma convivência mais equilibrada, preservando tanto o vínculo entre pai e filho quanto o espaço do casamento.
Você não está sendo egoísta por desejar privacidade, organização e uma divisão mais justa das responsabilidades. Esses são elementos importantes para uma convivência saudável. O desafio será encontrar uma forma de conversar sobre isso sem transformar o problema em uma disputa entre você e o filho dele, mas sim em uma oportunidade de o casal fortalecer seus acordos e cuidar da relação que construíram juntos.
Se precisar de ajuda profissional, estou à disposição!
7 JUL 2026
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Olá, Bruna, primeiramente gostaria de te agradecer pela oportunidade de te ajudar.
Bruna, fiquei aqui me perguntando em que seu enteado é um bom rapaz... por ele estudar e trabalhar?
De fato, Bruna, a figura central quem poderá efetivamente intervir nessa atual condição de convivência é seu marido, pai dele; e por que ele seria a figura central? Ele, seu marido, é o elo que viabiliza a atual realidade da necessária convivência entre você e esse jovem de 22 anos tão displicente, ou seja, você tem que conviver com esse rapaz devido ao pai dele, e pois é o pai dele quem possui então a responsável autoridade de orientar e demarcar limites a esse jovem; se seu marido não coopera, aí sim de fato tudo nessa casa fica bastante complicado.
Bruna, muito provavelmente seu enteado carrega consigo alguma questão mal resolvida em seu íntimo sobre a separação entre os pais, e levanto tal hipótese pois tenho a impressão que você desde o inicio dessa condição esteja empenhada em contribuir para um lar minimamente harmonioso para a família, imagino que você externalize seu desconforto para as partes, e infelizmente elas, seu enteado e seu esposo, não contribuem; então, Bruna, reforço que o caminho para você encaminhar sua justa insatisfação seja seu marido, levando a ele o quanto toda essa situação tem te desgastado, gerando um acumulo de desgosto e mal-estar que, consequentemente, afetará o casamento de 4 anos de vocês. Ele precisa ponderar mais e melhore em quanto é tempo, enquanto você ainda está junto dele.
Bruna, fico à disposição, realizo o atendimento on-line.
Fique bem, faça o bem.
Um cordial abraço,
Bruno Souza Marques – CRP 05/62038
7 JUL 2026
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Bom dia Bruna.
Obrigada pelo sei relato e confiança!
Percebo que você tem feito movimentos para que esta situação se resolva.
Como você relata, seu esposo o tratando como se ainda fosse uma criança indefesa, a acaba reforçando em seu enteado todo este comportamento.
Penso que iniciar um acompanhamento terapêutico possa te ajudar a encontrar novas possibilidades e estratégias e maneiras de novas conversas com a seu marido.
Espero poder lhe ajudar.
Entre em contato quando puder e quiser ok
Até breve!
6 JUL 2026
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Primeiramente, obrigada por compartilhar sua situação. Dá para perceber o quanto isso tem sido desgastante para você. Ao mesmo tempo em que você descreve um casamento baseado em amor, respeito e afinidade, também relata uma convivência que tem gerado frustração, sensação de invasão do seu espaço e medo de que isso acabe afetando a relação com seu marido.
É importante entender que não é apenas o que acontece que provoca sofrimento, mas também a forma como interpretamos esses acontecimentos e como reagimos a eles. Isso não quer dizer que sua insatisfação não seja legítima. Pelo contrário: suas emoções parecem fazer sentido diante da percepção de que suas necessidades de respeito, privacidade e reciprocidade não estão sendo atendidas.
Outro ponto importante é diferenciar o comportamento do enteado da dinâmica que existe entre pai e filho. Pelo que você relata, seu marido parece ter uma postura bem protetora, o que pode acabar dificultando o estabelecimento de limites e responsabilidades para o filho adulto. Essa configuração familiar pode acabar gerando um desequilíbrio, fazendo com que você se sinta em segundo plano dentro da própria casa.
Em vez de focar apenas em mudar o comportamento do enteado, pode ser mais produtivo direcionar a conversa para o casal. Escolha um momento tranquilo para conversar com seu marido e use uma comunicação assertiva. Em vez de dizer “seu filho faz isso ou aquilo”, experimente falar sobre como você tem se sentido. Por exemplo: “Tenho sentido falta de privacidade. Estou chegando ao ponto de não querer voltar para casa, e isso me preocupa, porque eu valorizo muito nosso casamento”.
Vocês podem construir juntos acordos claros para a convivência, como divisão das tarefas domésticas, horários, uso dos espaços comuns, participação nas despesas (quando for possível) e regras para receber visitas. Esses acordos não significam falta de carinho com o filho, e sim respeito às necessidades de todos que vivem na mesma casa.
Também vale a pena prestar atenção em alguns pensamentos que podem aparecer nesse contexto, como: meu marido sempre escolhe o filho ou não tenho lugar nessa família. Essas ideias podem aumentar o sofrimento. Faça a si mesma algumas perguntas: há alguma evidência de que ele não valoriza o casamento? Ou será que ele tem dificuldade em perceber o impacto dessa situação? Essa reflexão ajuda a enxergar o problema de um jeito mais equilibrado e favorece um diálogo mais construtivo.
Por fim, você mencionou algo que merece atenção: não sentir vontade de voltar para casa. Esse é um sinal importante de que a situação está afetando seu bem-estar emocional. Se você perceber que as conversas não estão trazendo mudanças ou que o conflito só está crescendo, a psicoterapia individual e, se houver disponibilidade de ambos, a terapia de casal podem ser recursos valiosos. Elas ajudam a fortalecer a comunicação, alinhar expectativas e preservar a relação.
Não precisa ser uma escolha entre o seu casamento e a convivência com o seu enteado. O melhor é focar em construir uma dinâmica familiar em que todos tenham direitos, responsabilidades e respeito pelo espaço de cada um.
Se essa situação tem causado sofrimento, desgaste emocional ou afetado seu casamento, o acompanhamento psicológico pode ajudá-la a entender melhor seus sentimentos, desenvolver estratégias para colocar limites e fortalecer a comunicação com seu parceiro.
Se você quiser começar esse processo, estou à disposição.
5 JUL 2026
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Olá Bruna, espero que esteja tudo bem com você.
Compreendo seu desconforto, e entendo pelo que está passando. Em situações como essa é importante pontuar que mudanças de comportamento não acontecem da noite para o dia, e a repetição de sua insatisfação em diálogos com seu marido, tem que acontecer de maneira sistemática, respeitosa e contínua, para que se perceba a situação como incomodo e se possa traçar um plano para tentar modificar esse contexto que descreve. Outro ponto importante, é que seu marido deve realmente se engajar nesse processo, até porque ele é o pai dele. Ele deve realmente ter consciência que a opinião e direcionamento dele sobre o comportamento do filho são importantes, e por isso o engajamento dele, junto com o seu, serão essenciais para obter as mudanças que desejam nesse contexto. Falo da importância do papel de seu marido, pois talvez seja ele quem possa ter essa conversa com o filho mais diretamente, sobre as mudanças que vocês dois estão desejando para a convivência na casa. Por isso, tenha diálogos com seu marido em busca de alinhar isso, e de trazer ele ativamente para o debate, mas não espere mudanças imediatas, pois o comportamento das pessoas precisa de tempo para se transformar, de maneira mais consciente e sustentada, e isso é normal, por isso que mencionei que esses assuntos precisam ser abordados várias vezes. Caso sinta necessidade de aprofundar o tema, e explorar outros aspectos da questão, bem como ter um acompanhamento de um profissional para te oferecer suporte, um profissional de Psicologia pode te auxiliar neste momento, e se você sentir necessidade, você pode buscar um de sua escolha e iniciar seu processo de psicoterapia.
3 JUL 2026
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Olá Bruna,
Pelo seu relato, o problema não parece ser apenas a presença do filho dele na casa, mas a sensação de que a sua casa deixou de ser um espaço de privacidade, parceria e descanso.
O ponto central talvez não seja ele ou ficar, mas quais são as regras para um adulto morar na casa de vocês? Isso inclui tarefas domésticas, contribuição nas despesas, uso dos espaços, presença da namorada e respeito à privacidade do casal.
Seria importante conversar com seu marido em um momento calmo, apresentando uma comunicação assertiva, monstrando como vc se sente diante disso tudo, não para atacar o filho dele, mas para falar do impacto disso em você e no casamento: “eu não quero disputar espaço com seu filho, mas preciso sentir que essa também é a minha casa e que nós dois estamos cuidando da nossa relação”.
A psicoterapia pode ajudar você a organizar seus sentimentos, desenvolver uma comunicação mais assertiva, colcoando limites sem culpa e entender até onde você está cedendo para preservar a paz.
3 JUL 2026
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Olá, Bruna! É perceptível o quanto você valoriza o seu casamento e, em virtude disso, o sofrimento que essa convivência tem gerado aparece com mais intensidade.
Pelo seu relato, o problema não parece ser apenas a presença do filho do seu marido, mas a dificuldade de estabelecer limites e acordos de convivência que respeitem as necessidades de todos. Quando uma família se reorganiza, especialmente em uma família recomposta, é comum surgirem desafios relacionados aos papéis, à autonomia dos filhos adultos e à preservação da intimidade do casal.
Embora as tentativas de conversas tenham ocorrido, percebo que suas necessidades não estão sendo consideradas. Esse sentimento pode gerar frustração, desgaste emocional e até fazer com que você associe sua própria casa a um lugar de desconforto, como descreveu. Um acompanhamento psicológico pode ajudá-la a compreender melhor seus sentimentos, fortalecer sua comunicação e pensar em estratégias para expressar suas necessidades de forma assertiva, além de refletir sobre quais limites são importantes para que a convivência seja saudável.
Uma possibilidade para facilitar esse diálogo é também a terapia de casal. Você não precisa enfrentar esse momento sozinha.
Buscar ajuda é um passo importante para cuidar de si e também da relação que você deseja preservar. Se fizer sentido para você, estou à disposição para acompanhá-la nesse processo de reflexão, auxiliando no encontro de possibilidades que favoreçam uma convivência mais saudável e alinhada às suas necessidades e aos seus valores. Abraço!
3 JUL 2026
· Esta resposta foi útil a 1 pessoas
Olá, Bruna.
O que me chamou atenção no seu relato é que você descreve um casamento saudável e satisfatório, mas que está sendo atravessado por uma dinâmica familiar que tem gerado desgaste crescente. Natural que você se sinta sobrecarregada nessa situação.
Pelo que você conta, a questão parece ir além do comportamento do seu enteado. Existe uma organização familiar em que um homem adulto de 22 anos continua ocupando um lugar muito próximo ao de uma criança, enquanto as necessidades e os limites dos demais moradores acabam ficando em segundo plano. Quando isso acontece, é comum que a sobrecarga recaia especialmente sobre você, que passa a lidar com a bagunça, a falta de reciprocidade e a perda de privacidade.
Percebo também que você já tentou conversar sobre regras de convivência. Talvez o ponto central agora seja construir um diálogo com seu marido sobre os acordos da casa e sobre qual tipo de autonomia vocês esperam que o filho desenvolva. Não se trata de deixar de acolhê-lo, mas de reconhecer que vida adulta e convivência compartilhada também envolvem responsabilidades, limites e consideração pelo espaço do outro.
Além disso, vale refletir sobre o impacto que essa situação tem tido em você. Quando a pessoa começa a não querer voltar para a própria casa, isso costuma ser um sinal importante de que algo precisa ser revisto.
A terapia pode ajudar muito nesse processo, oferecendo um espaço para que essas questões sejam discutidas sem que você precise carregar esse desconforto sozinha ou ser colocada no papel de "vilã" por expressar necessidades legítimas. Se fizer sentido para você, fico à disposição para acompanhá-la nesse processo e ajudá-la a construir caminhos possíveis para essa convivência.
Um abraço
3 JUL 2026
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Bom dia, Bruna! Obrigado por escrever. Os textos aqui escritos, apresentam uma pequena parte dos dados necessários para que se entenda em detalhes as particularidades de cada caso. Seu caso não é diferente. A partir do descrito, no entanto, você está com seu marido faz quatro anos. Sempre soube que o filho moraria junto, assim como, antes de casar já tinha acesso a alguns sinais do jeito de ser do rapaz de vinte e dois anos. Provavelmente, dada a idade do filho dele, você deve contar com idade próxima dos quarenta anos. Essas percepções, aos quarenta anos, são esperadas de antemão.
Se teu relacionamento é saudável com teu marido, o relacionamento do pai, segundo seu relato, não é adequado com o filho. Da mesma forma quando o pai prioriza ver com o filho, a relação envolvendo os três, também não está bem temperada.
Acontece que moços de vinte e dois anos que cresceram com essa forma de lidar com a vida, que deveriam estar buscando formas de estudar profundamente, trabalhar profundamente, desenvolver autonomia, espaços próprios de vida, dado o hábito, o conforto, o comodismo da situação, tendem a querer permanecer nessa situação. Será preciso ver o caso dele.
Se moram em apartamento pequeno, se há apertos financeiros, se o rapaz tem remuneração e não ajuda, está como se você e teu marido vivessem com dificuldades e o rapaz com tranquilidade financeira. Aos vinte e dois anos, vivendo assim, a pessoa experimenta uma vida que não corresponde com a realidade, tendendo a se decepcionar quando for obrigado a lidar com as limitações da realidade.
Vocês precisam conversar, dialogar, exercitar empatia, pensando inclusive no que você precisa e pode melhorar, pensando inclusive no fato de que você, com apenas quatro anos de casada, vivencia inseguranças quanto ao casamento.
Antes de casar-se é preciso conhecer o suficiente para vislumbrar convivência mais duradoura.
Estarei a disposição para maiores fundamentações.
Atenciosamente,
Ary Donizete Machado - psicólogo clínico e orientador sobre a ocupação do tempo.