Bom, eu não tenho vida, moro com a minha mãe com 43 anos e tenho uma filha de 21 anos mas não próspero, não faço nada em casa, não tenho amigos, não estou bem psicologicamente, ela é narcisista, invejosa, negativa... Quer q eu fique com alguém q tenha dinheiro e ser amante... Eu to cansada a ponto de tirar minha vida, nunca fui feliz, não sou feliz
Resposta enviada
Em breve, comprovaremos a sua resposta para publicá-la posteriormente
Algo falhou
Por favor, tente outra vez mais tarde.
A melhor resposta
29 OUT 2025
· Esta resposta foi útil a 4 pessoas
Oi, Jooliver.
Parece que você vem carregando solidão e desespero há bastante tempo. O que você descreve é um sinal de exaustão emocional profunda. Quando alguém chega a pensar em não querer mais viver, o sofrimento já passou do limite de ser enfrentado sozinha.
Antes de qualquer outra coisa, por favor, não fique só com esse pensamento. Se em algum momento sentir que pode se machucar, procure ajuda imediatamente:
* Ligue para o 188 (Centro de Valorização da Vida), atendimento gratuito e sigiloso, 24 horas por dia.
* Se puder, vá até uma emergência psiquiátrica ou um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) da sua cidade.
Esses lugares não estão aí pra te julgar, mas pra te segurar quando tudo parece cair.
Sobre sua convivência com sua mãe: crescer sofrendo violência psicológica e viver com uma figura que desvaloriza, controla ou humilha pode minar a autoconfiança e a vontade de existir. Mesmo adulta, a mente continua tentando sobreviver num campo de guerra emocional. Ninguém prospera assim.
A psicoterapia seria um passo importante pra você ter um espaço de cuidado, reconstruir autoestima e, aos poucos, planejar saídas mais seguras, inclusive uma possível mudança de casa, quando houver condições.
Você não está sozinha. Há caminhos de apoio e reconstrução, mesmo que agora tudo pareça distante.Te convido a visitar meu site, lá tem material gratuito que pode te auxiliar a expandir sua compreensão.
Fico a disposição.
Um abraço
8 NOV 2025
· Esta resposta foi útil a 1 pessoas
Olá, Jooliver, primeiramente gostaria de te agradecer pela oportunidade de te ajudar.
Jooliver, de fato sua situação atual não é simples nem fácil, sim? Pelo seu relato é possível depreender que atualmente você não possuí uma fonte de renda que permita você ter seu espaço, sua casa; a psicoterapia te ajudará a enteder melhor porque esta é sua situação atual, e junto desse mais claro entendimento você terá os meios e forças para a necessária e merecida mudança.
Há momentos que a impressão que dá é que não há mais nada a se fazer, a não ser "desistir", mas precisamos sempre lembrar: é um momento, uma circunstância com suas relativas condições, contudo nada imutável — paciência e decisões lúcidas nos levam adiante, para uma nova realidade!
Jooliver, desejo tudo de bom para ti,
Um cordial abraço,
Bruno Souza Marques – CRP 05/62038
30 OUT 2025
· Esta resposta foi útil a 1 pessoas
Olá, Jooliver. Espero que esteja bem.
Sinto muito que esteja passando por isso. Viver em um ambiente que te causa sofrimento emocional constante, especialmente quando há uma relação difícil com a mãe, pode gerar uma sensação de aprisionamento e desesperança, e isso não significa fraqueza, mas sim que você tem vivido muito além do que é emocionalmente suportável sozinha.
Quando pensamentos sobre “não querer mais viver” começam a aparecer, é sinal de que o sofrimento se tornou maior do que sua rede de apoio e seus recursos internos conseguem sustentar. Nesse momento, é fundamental não ficar sozinha e buscar ajuda imediata. Você pode entrar em contato com o CVV (Centro de Valorização da Vida) pelo número 188, atendimento gratuito e 24 horas, ou procurar um pronto-atendimento de saúde mental na sua cidade. Essas pessoas estão preparadas para te ouvir e te ajudar a encontrar um caminho de respiro e cuidado.
Além disso, a psicoterapia pode te auxiliar a reconstruir sua autonomia emocional, entender os efeitos dessa relação com sua mãe e buscar formas reais de retomar sua vida, com segurança e propósito. Mesmo em meio à dor, há caminhos possíveis, e você não precisa enfrentar isso sozinha, me disponho a oferecer um espaço de acolhimento e reconstrução emocional, no seu tempo e com respeito à sua história.
Um abraço,
Luana Balaroti – Psicóloga Clínica e Avaliação Neuropsicológica
CRP 08/45887
Atendimentos on-line e presenciais (Curitiba/PR)
29 OUT 2025
· Esta resposta foi útil a 1 pessoas
Jooliver
A dor que você descreve não é “não aguento minha mãe”. É não aguento mais viver anulada dentro do ambiente que me adoece.
Eu entendo o tamanho do teu cansaço. Quando alguém passa a vida inteira sem um ambiente que nutre, só controla, usa ou diminui, chega um momento em que o corpo e a mente gritam: “não dá mais”. O problema não é você — é estar há anos num lugar onde você não pôde existir de verdade.
Quando você diz que pensa em tirar a sua vida, o que você quer na verdade não é morrer, é parar de sofrer sem perspectiva. É sair dessa prisão afetiva.
O que você vive é sobre confinamento emocional: sem autonomia, sem apoio, sem identidade, sem um “lugar seu”. Isso sufoca qualquer adulto, ainda mais alguém que passou a vida aprendendo a se calar para sobreviver.
Antes de pensar em “como sair de casa”, você precisa primeiro recuperar força emocional, porque hoje você está vivendo em estado de esgotamento. A independência externa depende primeiro de independência interna — e isso se reconstrói passo a passo, começando por você se tornar dona de si emocionalmente, mesmo antes de sair fisicamente.
A Psicoterapia pode te ajudar a construir esse caminho. Não é tarde. Não acabou para você. Só ainda não começou do jeito que você merece.
Passos a dar, rumo a seguir:
Estabilizar o emocional – para sair do desespero e voltar a ter clareza.
Separação interna antes da externa – aprender a não ser “posse” da mãe.
Resgatar identidade e força – porque hoje você está sem senso de si.
Plano de autonomia realista – financeiro, emocional, social, em etapas.
28 OUT 2025
· Esta resposta foi útil a 0 pessoas
Olá Jooliver!
Sinto muito por você estar se sentindo assim. O que você descreve mostra uma dor profunda e um esgotamento. Mas o fato de você ter vindo aqui e falado sobre isso já mostra que existe uma parte de você que ainda quer ajuda, e essa parte é muito importante.
Você está em sofrimento e precisa ser acolhido agora.
Não fique sozinho com esses pensamentos.
Você está vivendo um ciclo de abandono emocional e aprisionamento, em um ambiente que parece sufocar suas forças. Ter uma mãe narcisista e controladora, e sentir que a vida não vai pra frente, pode destruir a autoestima e fazer você acreditar que não tem saída, mas há saídas, sim.
Mesmo depois de muito tempo paralisada, a vida pode recomeçar devagar, passo a passo, e o primeiro passo é buscar um atendimento psicológico ou médico o quanto antes. Você não precisa fazer isso sozinha.
Eu sei que talvez agora pareça que nada faz sentido, mas você tem valor, e merece uma vida diferente dessa dor.
O que você sente não é fraqueza, é exaustão de quem tenta há muito tempo viver sem apoio, sem cuidado, sem acolhimento.
Entendo que a terapia é necessário para você. Se precisar de ajuda psicológica, fico à disposição!
28 OUT 2025
· Esta resposta foi útil a 0 pessoas
Bom dia, Jooliver! Grato por se colocar. Você conta com quarenta e três anos, tem uma filha de vinte e anos, mora com a tua mãe, avó de tua filha. Essa avó deve ter sessenta ou mais anos. Pelo relatado entendi que você quer dizer que tua mãe é narcisista, invejosa e negativa. Também você relata que sua mãe quer que você fique com alguém que tenha dinheiro e seja amante. Todas essas colocações, caso eu não esteja enganado nas interpretações, implicam que você quer vida sim, mas vida diferente da que está tendo.
Há muitas possibilidades de modificar essa realidade.
Vamos efetivar modificações?
Atenciosamente,
Ary Donizete Machado - psicólogo clínico e orientador ocupacional.