Meu marido quer viver o mundo liberal mais eu não quero que faço?
Amo muito meu marido e não quero me separar, mais não quero ser dividida com outros homens e nem dividir ele com outras mulheres, nao sei mais o que faço pra não entrar nisso.
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O que você está vivendo é um conflito importante, e a primeira coisa que precisa ficar clara é que você não está errada por não querer esse tipo de relação. Um relacionamento liberal só funciona quando há desejo e consentimento de ambos. Quando apenas um quer e o outro cede por medo, isso deixa de ser escolha e passa a ser pressão.
Você ama seu marido e quer manter o casamento, mas também está sendo colocada diante de algo que vai contra o que você sente e acredita. E isso não pode ser ignorado, porque, se você aceitar algo assim sem querer, a tendência é gerar sofrimento, insegurança e até ressentimento.
É importante você se posicionar com clareza. Não como um pedido, mas como um limite seu. Você não quer esse tipo de relação, e isso precisa ser respeitado. Estar em um casamento não significa abrir mão de si mesma para atender o desejo do outro.
Ao mesmo tempo, é importante observar como ele reage a esse limite. Se ele insiste, minimiza o que você sente ou te pressiona, isso já não é mais sobre estilo de relacionamento, e sim sobre respeito dentro da relação.
Talvez seja o momento de uma conversa mais profunda, não só sobre o desejo dele, mas sobre o que cada um espera do casamento. Às vezes, quando os valores são muito diferentes nesse ponto, o casal precisa encarar decisões difíceis.
Você não precisa se separar agora, mas também não pode se forçar a viver algo que te faz mal só para manter a relação. Um relacionamento saudável precisa ter espaço para os dois existirem com respeito.
Se for possível, terapia de casal pode ajudar muito nesse tipo de situação, desde que ambos estejam dispostos.
Você não está errada por querer um relacionamento exclusivo. E não precisa abrir mão disso para ser amada.
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Hagata, o ponto mais importante nessa situação é entender que desejo e limites precisam ser respeitados dentro de um relacionamento. Um relacionamento liberal só funciona quando os dois realmente querem viver isso, quando existe consentimento verdadeiro, segurança emocional e vontade dos dois lados. Quando apenas um quer e o outro aceita por medo de perder a relação, isso deixa de ser um acordo saudável e começa a virar uma pressão emocional muito grande. Pelo que você descreveu, você ama seu marido e quer manter o casamento, mas ao mesmo tempo sente claramente que esse tipo de dinâmica não faz sentido para você. E isso é totalmente legítimo. Cada pessoa tem sua forma de viver a intimidade, e não existe nada de errado em querer um relacionamento exclusivo. Muitas vezes quem propõe um relacionamento aberto acredita que o parceiro vai se adaptar com o tempo, mas isso nem sempre acontece, porque não é apenas uma questão de lógica, envolve valores, segurança emocional, ciúmes, identidade e a forma como cada pessoa entende o amor. Quando alguém entra em algo assim contra a própria vontade, é comum que com o tempo apareçam sentimentos muito difíceis como ressentimento, insegurança e perda de autoestima. Por isso é importante que você consiga colocar seu limite com clareza e calma. Não como uma briga, mas como uma verdade sobre você. Algo como explicar que você o ama, quer continuar com ele, mas que esse tipo de relação não é algo que você consegue viver sem se machucar emocionalmente. Se ele realmente valoriza o relacionamento, essa conversa precisa ser levada a sério. Também é importante lembrar que um casamento saudável não é feito apenas de amor, mas também de respeito aos limites do outro. Amar alguém não significa aceitar qualquer coisa para manter a relação. Muitas vezes o medo da separação faz a pessoa sentir que precisa ceder, mas relações duradouras costumam ser construídas justamente quando cada um pode ser honesto sobre aquilo que consegue ou não viver. Dentro da Terapia Cognitivo Comportamental se trabalha bastante com a clareza de limites e com os pensamentos de medo que aparecem em situações assim, como a ideia de que “se eu não aceitar isso vou perder a pessoa que amo”. Esses pensamentos podem levar alguém a abrir mão de coisas muito importantes para si mesmo. O trabalho terapêutico ajuda a fortalecer a autoestima, organizar os sentimentos e encontrar formas de comunicação mais firmes e respeitosas para que a pessoa consiga se posicionar sem se anular dentro da relação.
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Olá, Hagata!
Obrigada por nos contactar, espero poder ajudá-la.
O que você está vivendo é um conflito de valores, não falta de amor — e isso faz toda a diferença.
É importante dizer com clareza:
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Hágata, o que você sente é legítimo e importante. Amar alguém não significa abrir mão dos seus limites, dos seus valores ou do que te faz se sentir segura. Quando um dos parceiros deseja uma relação liberal e o outro não, não é falta de amor, é incompatibilidade de necessidades emocionais, e isso precisa ser respeitado. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, trabalhamos para diferenciar amor de autoanulação. Permanecer em algo que te causa dor constante pode reforçar ansiedade, medo e perda de autoestima.
Você não está errada por querer exclusividade. Esse é um limite claro e saudável para você. O ponto central agora não é “como aceitar”, mas como se posicionar com clareza, sem culpa e sem medo de perder.
Relacionamentos só funcionam quando ambos se sentem emocionalmente seguros. Em terapia, podemos te ajudar a fortalecer sua voz, organizar seus pensamentos e decidir com mais consciência, seja para negociar limites reais ou para proteger sua saúde emocional. Você merece um vínculo onde não precise se machucar para manter alguém ao seu lado.
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Olá, Hagata.
Sinto muito pela angústia que você está vivendo. Quando existe amor, mas os desejos e valores do casal caminham em direções diferentes, isso costuma gerar muita confusão, medo e dor... e nada disso é simples.
É importante dizer, com clareza e respeito: você não é obrigada a aceitar um tipo de relação que fere seus limites emocionais. O chamado “mundo liberal” só é saudável quando há desejo genuíno, segurança emocional e consentimento verdadeiro de ambas as partes. Quando uma pessoa aceita por medo de perder o relacionamento, isso deixa de ser escolha e passa a ser sofrimento.
O amor, por si só, não anula necessidades profundas como exclusividade, vínculo emocional e segurança afetiva. Da mesma forma, o desejo do seu marido também precisa ser olhado com seriedade... não para ser imposto, mas para ser compreendido. O que não pode acontecer é um dos dois se anular para manter a relação.
Esse momento pede diálogo honesto, sem ameaças ou pressão, onde você possa expressar com firmeza o que sente e o que não está disposta a viver. Colocar limites não é egoísmo, é cuidado consigo mesma. Às vezes, a maior prova de amor é ser verdadeiro sobre aquilo que não conseguimos sustentar.
Buscar acompanhamento psicológico, individual ou de casal, pode ajudar muito nesse processo: a organizar sentimentos, fortalecer sua autoestima e facilitar conversas difíceis, mas necessárias. Nem sempre o impasse significa o fim, mas sempre exige escuta, respeito e responsabilidade emocional.
Você merece estar em uma relação onde se sinta inteira, segura e respeitada... não dividida por medo, culpa ou obrigação.
Se for viável para você, realizo atendimentos psicológicos online.
Um abraço
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Entendo que você ama muito seu marido e que a ideia de perdê-lo gera uma angústia profunda.
Você está tentando encontrar uma forma de 'não entrar nisso' e manter a relação? Precisamos olhar para o fato de que, para você, o amor está ligado à integridade e à exclusividade. Se você abrir mão disso sem o desejo real de fazê-lo, você não estará dividindo o seu marido, estará dividindo a si mesma. O que acontece com alguém que vive em um lugar onde não quer estar?
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Olá Hagata, Entendo que você esteja vivendo um conflito doloroso entre o amor que sente e o medo de ferir seus próprios valores. Se a exclusividade é essencial para você, tentar se forçar a aceitar uma dinâmica diferente pode gerar um sofrimento insuportável a longo prazo. O que pesa mais: o medo da separação ou a dor de viver uma realidade que fere quem você é?
O amor não deve exigir o sacrifício da sua paz ou da sua identidade. Se você aceitar essa abertura sem desejar, quem estará nesse casamento: você ou uma versão criada apenas para não perdê-lo? Vale a pena manter uma união onde o preço é abrir mão do que você acredita ser fundamental? Refletir sobre isso é um passo necessário para proteger seu bem-estar emocional e tomar uma decisão com clareza.
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Oi Hagata, estou sentindo aqui como essa situação te causa angústia, não é algo pequeno, é um casamento em jogo. Penso que o limite do outro acaba onde começa o meu. O quero dizer com isso é que vocês precisam sentar e conversar sobre quais possibilidades vocês tem nessa relação, o que faz ele querer isso? O que faz você não querer? Se isso não é algo que ele já te dizia desde que se conheceram, o que mudou para ele? Precisa haver um esclarecimento disso tudo entre vocês para que vocês possam chegar à um consenso e tomar decisões válidas, que não sejam tomadas por impulso.
Sinta-se abraçada.
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Olá Hagata pelo que entendi por amar seu marido você já tentou agir da forma que o agradaria certo, talvez a questão não seria e ele o quanto a ama para poderem juntos encontrarem um meio termo ou algo que os dois concordem, pois do contrário talvez o questionamento não seria da suas certezas, pois até isso você já colocou a prova se a resposta a minha pergunta primeira for sim, que você o ama não tenho dúvida agora o quanto você se ama talvez em busca desta resposta é que você deveria ir atrás, e olha você não precisa estar sozinha, conte com agente, vem para terapia se te faz sentido para questionar mais e mais, até.
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Olá Hagata, tudo bem?
O que você traz toca em um ponto muito sensível: o conflito entre o desejo do outro e os seus próprios limites. Amar alguém não significa abrir mão do que é fundamental para você, especialmente quando isso envolve o corpo, a intimidade e a forma como você concebe um vínculo amoroso.
Do ponto de vista psicológico, é importante diferenciar escolha de imposição. Um relacionamento só pode ser chamado de “liberal” quando há desejo e consentimento de ambas as partes. Quando apenas um quer e o outro se sente pressionado, confuso ou ameaçado, o que aparece não é liberdade, mas sofrimento. E isso precisa ser levado a sério.
Seu incômodo não indica falta de amor, nem rigidez, nem atraso. Ele aponta para um limite psíquico seu, algo que diz respeito à sua história, aos seus valores e à forma como você se sente segura e desejada em uma relação. Ignorar esse limite para “não perder” o outro costuma gerar ressentimento, angústia e, muitas vezes, um esvaziamento de si.
Esse impasse não se resolve com concessões silenciosas. Ele pede conversa, escuta mútua e, sobretudo, que você possa sustentar aquilo que não deseja. Não é possível garantir que o outro vá abrir mão do que quer, mas é importante que você não abra mão de si. Quando os projetos de relação são muito distintos, isso coloca o casal diante de uma questão estrutural, não de um simples ajuste.
Um espaço terapêutico, individual ou de casal, pode ajudar a nomear o que está em jogo para cada um, sem culpabilizações, e a compreender se há um ponto de encontro possível ou se será necessário elaborar uma diferença que dói. O que não deve acontecer é você se violentar para manter um vínculo.
Seu desejo importa. Seus limites importam. E cuidar disso é uma forma legítima de cuidar do amor, inclusive do amor por você mesma.
Caso precise, fico à disposição.
Marília - psicóloga.
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Olá, Hagata, primeiramente gostaria de te agradecer pela oportunidade de te ajudar.
Hagata, já que é uma questão que atravessa vocês dois, a ambos, com o sim dele e seu não, talvez o mais indicado seja vocês realizarem uma terapia de casal, pois a escuta e atenção de um(a) profissional imparcial provavelmente será de grande ajuda tanto a vocês como casal, quanto vocês como individualidades, em seus particulares desejos.
O objetivo é que conjuguem o seu não com o sim dele, para que a vida a dois de vocês permaneça.
Hagata, desejo tudo de bom para ti,
Um cordial abraço,
Bruno Souza Marques - CRP 05/62038
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Olá, Hagata! Espero que esteja bem.
O que você descreve é um conflito importante de valores dentro da relação. Você ama o seu marido e deseja manter o casamento, mas o modelo de relacionamento que ele propõe não corresponde ao que você sente que consegue ou deseja viver. Isso não faz de você alguém fechada, insegura ou errada, apenas indica que vocês podem estar olhando para o vínculo a partir de necessidades e limites diferentes.
É fundamental reconhecer que nenhum acordo relacional deve ser imposto. Relações abertas ou liberais só funcionam quando há desejo genuíno de ambas as partes, comunicação clara e segurança emocional. Entrar em algo que te causa sofrimento, medo ou sensação de ser substituída tende a gerar feridas profundas, ressentimento e desgaste do vínculo, mesmo que a intenção inicial seja evitar a separação.
Talvez o ponto central agora não seja decidir se a relação será liberal ou não, mas criar um espaço de conversa honesta sobre o que cada um espera do casamento, quais são os limites inegociáveis e o que mantém esse vínculo vivo para vocês. Amar alguém não significa abrir mão de si mesma, dos seus valores e daquilo que te faz se sentir segura em uma relação.
A psicoterapia, individual ou de casal, pode ajudar muito nesse momento, oferecendo um espaço mediado para que essas diferenças sejam nomeadas, compreendidas e elaboradas, sem pressão ou decisões precipitadas. Às vezes, o trabalho terapêutico não define apenas se o casal continua junto, mas como continuar sem que alguém precise se anular. Se fizer sentido para você, estou à disposição para te ajudar nesse processo.
Um abraço,
Luana Balaroti – Psicóloga Clínica e Avaliação Neuropsicológica
CRP 08/45887
Atendimentos on-line e presenciais (Curitiba/PR).
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Bom dia Hagata.
Você não está errada. Querer exclusividade é um valor, não um problema.
Amar não significa aceitar algo que te machuca para não perder o outro.
Seu limite precisa ser respeitado. Quando só um se adapta, o custo emocional é alto.
Você tem direito a um relacionamento que te traga segurança, não medo.
Esse conflito pode ser trabalhado em terapia, para que você se posicione sem se perder de si e encontre um caminho possível para a relação
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Olá, Hagata!
Vejo como um ponto de bastante importância fortalecer o dialogo no seu relacionamento, se posicionar de forma assertiva, para conseguir entender por onde passeia os interesses de ambos.
Te parabenizo pela sua coragem de vir aqui compartilhar a sua história, será um prazer poder te ajudar a compreender esses conflitos na sua família.
Espero que você consiga seguir em paz, um abraço!
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Ola, Hagata! Sinto o peso do que você está vivendo.
Dá pra sentir o quanto você ama seu marido e, ao mesmo tempo, o quanto isso entra em choque com algo muito essencial pra você: querer uma relação exclusiva, segura, inteira. Não tem nada de errado nisso. Esse desejo é legítimo.
Você não está confusa por fraqueza você está dividida porque ama e tem limites claros. E limites não são falta de amor; são formas de se proteger emocionalmente.
Alguns pontos importantes pra você se apoiar agora:
Você não precisa aceitar algo que te machuca para manter um casamento. Amor não deveria exigir que você se traia por dentro.
Se a ideia de dividir ou ser dividida te causa dor, ansiedade ou medo, isso já é um sinal forte de que esse caminho não é saudável pra você.
Fugir do assunto pra “não perder” ele pode te fazer se perder de si mesma e isso, com o tempo, dói ainda mais.
Talvez o passo agora não seja decidir tudo, mas:
nomear com clareza o que você sente, sem se julgar;
expressar isso com honestidade, sem atacar, mas também sem se anular;
e, se possível, buscar um espaço seguro de diálogo (muitas vezes com ajuda terapêutica de casal ou individual).
Você não precisa entrar em algo que vai contra quem você é.
E também não precisa decidir tudo hoje.
Se quiser, posso te ajudar a:
organizar o que dizer pra ele de forma firme e respeitosa
entender melhor se isso é medo de perder ou um limite emocional real
ou simplesmente te ajudar a respirar um pouco agora
Você não está sozinha nisso.
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Ola Hagata! É totalmente compreensível a sua dor diante do seu relato. E saiba que amar alguém não significa aceitar situações que ferem seus valores ou te machucam. Tudo isso que você sente revela um limite importante e limites também fazem parte de relações saudáveis são eles que te protegem
Busque ajuda psicológica, vai fortalecer você para atravessar esse momento com mais clareza segurança e esperança.
Você não precisa lidar com isso sozinha.
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Olá, Hagata.
O que você está vivendo é um conflito real e doloroso, porque envolve amor, medo de perder o vínculo e, ao mesmo tempo, limites muito claros seus. É importante dizer com firmeza: você não é obrigada a aceitar um modelo de relação que fere seus valores para manter um casamento. Relações liberais só funcionam quando há desejo e consentimento genuíno de ambas as partes, nunca por pressão, ameaça de perda ou tentativa de “segurar” o outro. O ponto agora não é “como entrar nisso sem sofrer”, mas se há espaço para diálogo honesto sobre expectativas, desejos e limites. Às vezes, o impasse revela incompatibilidade de projetos afetivos. A psicoterapia pode ajudar muito a refletir sobre essa decisão, sustentar sua posição sem culpa, compreender o que está em jogo para cada um e avaliar, com mais clareza, quais escolhas preservam sua saúde emocional. Fico a disposição para te atender.
um abraço
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Você ama seu marido, mas não aceita dividir nem ser dividida — e isso é um limite legítimo.
Amor não significa aceitar algo que te machuca.
Entrar num acordo que fere seus valores só para não perdê-lo pode gerar muito sofrimento.
O que importa agora:
• você tem direito a um relacionamento exclusivo
• precisa comunicar esse limite com clareza
• observar se ele respeita isso nas atitudes
• buscar apoio (terapia ajuda muito)
Você não precisa se anular para manter o casamento.
Querer exclusividade não é errado
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Hagata, sinto o quanto isso deve estar sendo angustiante para você. Amar alguém e, ao mesmo tempo, se ver diante de algo que fere seus valores gera muita confusão e medo.
É importante você saber que não há nada de errado em não querer um relacionamento liberal. Isso não te torna menos aberta, menos madura ou menos amorosa apenas mostra quais são os seus limites.
Um acordo só funciona quando os dois realmente querem. Entrar em algo assim por medo de perder o outro costuma machucar ainda mais.
Talvez o conflito agora não seja sobre o ‘modelo de relacionamento’, mas sobre como vocês estão conseguindo (ou não) se escutar e respeitar o que cada um sente.
Você não precisa decidir tudo agora. Pode ser importante ter uma conversa honesta sobre o que você sente e, se possível, buscar um espaço de diálogo com ajuda profissional, para que ninguém precise se violentar emocionalmente para manter a relação.
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Olá! Primeiramente, obrigada por confiar em mim e compartilhar algo tão íntimo. Compreendo perfeitamente seu dilema, amar profundamente alguém e ao mesmo tempo sentir que seus valores estão sendo questionados é extremamente angustiante. Quero que saiba que seus limites são completamente válidos e merecem ser respeitados. Não há nada de errado em valorizar a exclusividade no relacionamento, e você não deve se forçar a aceitar algo que vai contra quem você é para "salvar" o casamento. Amor verdadeiro inclui respeito mútuo aos limites do outro. É fundamental que vocês conversem abertamente sobre suas necessidades e expectativas, onde ambos se sintam ouvidos sem julgamentos. Talvez uma terapia de casal possa ajudar a mediar essa conversa de forma mais construtiva. Lembre-se: sua felicidade e bem-estar são tão importantes quanto os dele, e você merece um relacionamento onde se sinta amada, respeitada e segura em seus valores. Um relacionamento saudável não deve exigir que você abra mão de quem você é. Um abraço.
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Obrigado por compartilhar sua situação, Hagata. É compreensível que você esteja se sentindo confusa e até angustiada diante desse cenário, porque envolve valores pessoais, expectativas no relacionamento e o desejo de manter algo que é importante para você. Quando surgem diferenças tão significativas, como a visão sobre um relacionamento liberal, é natural que isso gere insegurança e medo de perder a conexão com quem você ama.
Uma reflexão que pode ajudar é se perguntar quais são os seus limites e necessidades dentro da relação. Ter clareza sobre isso é essencial para comunicar ao parceiro de forma honesta e respeitosa. Conversas abertas, sem acusações, mas com expressão dos seus sentimentos como “eu me sinto insegura com essa ideia porque valorizo exclusividade” podem criar espaço para compreensão mútua. Às vezes, buscar entender o que está por trás do desejo dele também ajuda: será uma curiosidade, uma necessidade emocional, ou algo que pode ser negociado sem ferir seus princípios?
Se sentir que essas conversas não estão sendo suficientes ou que a situação está trazendo sofrimento, considerar um processo de psicoterapia individual ou de casal pode ser muito útil.
Cuide-se bem.
Jefferson
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É bem valido essa sua angústia de possivelmente perder a forma como vocês se relacionam e na terapia ou análise oferecemos a proposta de ver o que lhe impede de escolher aquilo que talvez não seja mais viável.
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Olá Hagata!
É perfeitamente compreensível e válido que você se sinta assim; o que você descreve é o desejo de manter a exclusividade afetiva e sexual, que é a base da maioria dos relacionamentos monogâmicos.
Se você ama seu marido e quer preservar o casamento, o primeiro passo é honrar os seus próprios limites.
Aqui estão alguns pontos para te ajudar a lidar com essa situação de forma firme e saudável:
Em um relacionamento saudável, o consentimento deve ocorrer. Se você não quer, não existe "meio termo" ou "ceder um pouco" em algo tão fundamental quanto a intimidade.
Você não precisa de uma justificativa complexa: O fato de você não se sentir confortável e querer um relacionamento exclusivo é motivo mais do que suficiente.
Ceder contra a vontade gera trauma: Participar de algo que fere seus valores e sentimentos para "agradar" o parceiro costuma resultar em ressentimento profundo e, ironicamente, na destruição do amor que você tenta salvar.
Use a comunicação clara para expressar seus sentimentos sem atacar, mas sendo inegociável sobre seus limites. Você pode usar a estrutura: "Eu me sinto [Emoção] quando [Fato], e eu gostaria de [Pedido]."
Fortaleça sua Autoestima. Muitas vezes, o medo de perder o parceiro nos faz considerar coisas que nos machucam.
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Bom dia Hagata. Mais do que um aconselhamento sobre que decisão tomar, sugiro que você se dê oportunidade para refletir sobre si mesma e sobre o que realmente quer. Uma terapia pode ajuda-la a produzir estas reflexões que lhe ajudem a tomar uma decisão, e acima de tudo ficar bem com ela.
Importante refletir sobre sua vida, o que lhe faz sentido, seus valores, suas crenças e também o verdadeiro significado desta relação para você.
Busque ajuda na terapia, você vai se descobrir e se fortalecer para tomar uma decisão consciente alinhada com seus verdadeiros valores de vida. Tente e Seja Feliz
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Olá Hagata.
O que você está vivendo é um conflito real e legítimo. Amar alguém não significa abrir mão dos próprios limites. Relações só funcionam quando os dois estão confortáveis com os acordos que constroem juntos — e isso inclui a forma de viver a sexualidade.
Se o desejo do seu marido por um relacionamento liberal não faz sentido para você, é importante reconhecer que dizer “não” também é um direito. Entrar em algo que fere seus valores e desejos, apenas para manter o relacionamento, tende a gerar sofrimento, insegurança e ressentimento ao longo do tempo., o que pode acabar tendo o efeito contrário e ferir o sentimento e o relacionamento.
Esse é um momento que pede diálogo honesto, sem imposições. Vocês precisam conversar sobre o que cada um espera da relação, quais são os limites emocionais e se ainda existe um projeto de vida compatível entre vocês. Nenhum dos dois está errado por desejar coisas diferentes, mas pode ser necessário avaliar se ainda estão caminhando na mesma direção.
Buscar terapia, individual ou de casal, pode ajudar muito a organizar esses sentimentos e decisões. Cuidar de si não é egoísmo, é respeito próprio.
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