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Fobia social e depressão

Feita por >Jonas em 22 ago 2019 Depressão

Sofro disso desde criança,hoje tenho 36 anos Tenho tendência genética de ter fobia social,somado a isso sofri inúmeros traumas: Separação traumática dos pais Fiz xixi na cama até os 16 anos Sofri muito bullying na escola Presenciei cenas de sexo e uso de drogas ainda criança,fatos que me abalaram profundamente Abandonei os estudos aos 18 anos Passei vários anos em isolamento quase total.Só fui tira minha carteira de identidade com 23 anos E inúmeros outros traumas Pois bem tentei anos de terapias de tudo quanto é tipo além dos medicamentos e nada ajudou. Minha fobia continua tão alta que nem mesmo uma simples matrícula num curso qualquer eu não consigo fazer. Por incrível que pareça todas as últimas terapias que eu tentei ao invés de me ajudarem conseguiram me deixar ainda pior e sem esperança. Infelizmente a medicina está a anos luz de poder ajudar em casos graves como o meu.
Por favor não respondam que eu não melhorei por não ter me consultado com algum dos psicólogos do seu site,já passei em diversos profissionais dos mais renomados e não posso passar a vida inteira indo em cada um dos psicologos existentes no mundo pra quem sabe achar algum capaz de me ajudar.

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Olá Jonas.

Não cabe a ninguém avaliar a eficácia ou o profissionalismo dos outros terapeutas pelos quais você passou. A evolução de um processo terapêutico só pode ser seguramente analisada pela dupla Paciente-Psicólogo, pois é a qualidade deste vínculo e suas trocas que irão determinar o êxito ou não deste processo.

Pelo seu relato, então, pode-se depreender que seu quadro de fobia social pode, sim, ter afetado as suas relações terapêuticas; por mais renomado e gabaritado que seja o profissional, a conduta dele sempre terá como limite a adesão e a elaboração do paciente aos conteúdos produzidos no setting terapêutico. E não se trata, meramente, de uma opção consciente do sujeito, posto que muitas de nossas ações e atitudes são movidas por fortíssimas pulsões inconscientes.

Toda a narrativa que compartilhaste acerca de sua infância leva a crer que seu mundo psíquico ainda encontra-se inábil a reelaborar essas situações traumáticas e dar-lhes um destino satisfatório. Isso, no entanto, é cada vez mais destacado quando você se apropria desses traumas e sintomas por meio de falas como "tenho tendência genética" ou "casos graves como o meu", como se fosse algo que você tem como definitivamente naturalizado em si... Talvez, Jonas, um trabalho a ser realizado seja a sua dissociação de tais identificações, de tais rótulos, para assim poder se permitir "ser algo mais", para além dos diagnósticos e medicamentos... Algo que somente poderá ser trabalhado, obviamente, dentro de um processo psicoterápico contínuo e aprofundado, que se mantenha apesar das fobias, dos medos e das normais resistências que todos nós temos.

Talvez seja um novo caminho a ser trilhado, Jonas.

Desejo-te sorte e resiliência.

Saulo Cruz Rocha
Psicólogo.

Saulo Cruz Rocha Psicólogo em Fortaleza

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Bom dia, Jonas a primeira pessoa "capaz" que pode te ajudar é "você mesmo", pois sendo o protogonista da sua história de vida é o mais indicado para iniciar o tratamento juntamente com "qualquer psicólogo e psiquiatra", nenhuma terapia no mundo, todos os remédios avançados, drogas de última geração irá fazer por você o que deve ser feito para virar a página e começar a viver e ser feliz.

Jonas você não melhorou não foi "alguns psicólogos", foi você mesmo que não aderiu ao tratamento, pelo seu relato: "Pois bem tentei anos de terapias de tudo quanto é tipo além dos medicamentos e nada ajudou', qual o motivo de não ter dado certo? As terapias e medicamentos não funcionaram, a culpa é de quem? Psicólogos e psiquiatra, medicamentos e nada funcionou? É uma pena não?

Pense Jonas o que quer mudar na sua vida? O que quer fazer com a fobia social e depressão? Quer se tratar? E os traumas vai reviver o resto da vida com eles? Quais são seus projetos?

Jonas criança sofria, o adolescente que fazia xixi na cama e, que os pais se separaram, Jonas aos 18 anos, Jonas aos 23 anos, ficaram no passado, pode-se visitar, lembrar o passado, mas vamos ficar no aqui e agora que tal Jonas?, o Jonas de 36 anos está aqui e agora, o Jonas que não é ajudado nem psicólogo e nem psiquiatra, então o que fazer? Que tal mudar tudo em sua vida?

O último parágrafo do seu texto Jonas me fez refletir e, pelas suas palavras observei que, a determinação para mudar o atual contexto da sua vida está ai, você consegue, chega de não tentar mudar, os sofrimentos, as dores, bullying, isolamento todos os traumas todas essas questões não podem ser apagadas, mas você pode dá um novo sentido para sua vida.

E por fim sugiro que, faça um lista, não sei se já te deram essa sugestão, mas sempre funciona, no seu caso duas, pode ser em um caderno primeiro uma lista do passado numere cada acontecimento, eventos, sentimentos, emoções e percepções e, um caderno para uma lista do aqui e agora, e o futuro, faça uma lista do que quer mudar em sua vida, vai ser você por você. Acredite você consegue se chegou até aqui consegue seguir em frente e mudar sua vida para viver tranquilo e feliz.. Um abraço.

Eliane Weber Psicólogo em Salvador

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Estou a sua disposição

Dínerson Fiuza Psicólogo em São Paulo

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No momento em que a pessoa se sente completamente perdida, sem nenhuma perspectiva pela frente, a energia que estava flui e, geralmente, oferece uma solução original do inconsciente. No amadurecimento da sensação de não saber o que mais decidir e por onde seguir nasce a ideia súbita como lampejo e sentido de vida. Imerso na sensação de perder a si mesmo, em situações em que não vemos mais saídas, nos abrimos para algo que vem do inconsciente.

Os limites do trabalho do terapeuta residem na vontade do sujeito de entrar em análise. Quando uma pessoa se encontra com outra, ela escolhe o quanto de si irá compartilhar. O processo terapêutico é o encontro em que cada oferece partes de si até que o todo seja confiado. Posteriormente é, a partir do sintoma, que se chega ao símbolo, lhe dá formulação linguística e possibilidades de interpretação. O símbolo libera estratégias de ação no cotidiano. O terapeuta, ao mostrar interesse pela personalidade total do paciente, suas potencialidades e bloqueios, viabiliza que os impulsos de desenvolvimento sejam impulsionados.

Atenciosamente.

Espaço Aline De Coster Psicólogo em Rio de Janeiro

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Olá Jonas! Obrigado por participar. Ainda que, sem se dar conta, você vá escrevendo de forma a cercar as possibilidades, o psicólogo Saulo lhe deu uma resposta muito pertinente. Quero também contribuir um pouco para você: você resolveu participar porque tem alguma expectativa de resposta interessante. Também é importante lembrar que, ainda que as pessoas não se deem conta disso, todos estamos em constante mudança: somando o que os sentidos captam, o que a memória armazena e integra. Assim você a cada momento, vai se tornando uma pessoa diferente da que era antes. Há uma fala de Fernando Pessoa que diz: "tudo vale à pena se a alma não é pequena." Pesquise sobre nós, converse sobre nós com quem já nos conheceu. Dê uma chande a nós. Isso mesmo, a nós, posto que a satisfação de um profissional envolvido prazerosamente com o que faz, é ajudar a quem apresente a demanda de sua área; é como se fosse um enigma matemático. Estamos à disposição. Um abraço: Ary Donizete Machado.

Ary Donizete Machado Psicólogo em Limeira

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Boa noite, Jonas,
Primeiramente, entender o que você sente nestes momentos do que chama de "fobia social" é importante para poder ajudá-lo.
Muita gente confunde os sintomas de Depressão com transtornos fóbicos.
Primeiramente eu diria pra você não tentar se rotular, e tentar entender o que você sente.
Esqueça o que sentiu, concentre-se no seu hoje.
Se quiser ajuda, estou à disposição.

Psicólogo Felipe Moreira Psicólogo em São José dos Campos

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