Ele sempre me ameaça que vai embora

Feita por >Ana Paula · 6 mar 2026 Terapia de casal

Olá tem 35 anos sou casada aproximadamente 17 anos tenho dois filhos, amor não é tanto nosso relacionamento motivos grosseria falta de empatia, na rua era uma coisa dentro de casa era outra e eu sempre questionava ele nunca gostava até que eu cansei e se separamos. Reatamos nosso relacionamento , em um ano que é reatamos teve muitas brigas desconfianças , eu desconfiando do telegram fui averiguar e achei várias mulheres peladas chatas me senti humilhada desprezada porque enquanto ele fazia isso eu estava trabalhando durante a noite, questionei ele me negou até o último brigamos feio até que resolvemos ainda ficar juntos, toda briga por incrível que parece são pequenos detalhes pequenas coisas falta de atenção falta de carinho falta de comunicação de diálogo, e toda vez que eu tento entrar em contato com ele me referindo que como eu me sinto a gente acaba discutindo aonde ele começa a gritar ou ofender me chama de retardada de chata mal da cabeça insuportável e sempre sempre ameaça de ir embora, ontem pela noite ele ameaçou de ir embora eu cansada como estou exausta simplesmente falei para ele ir embora quer ir vai, ele conseguiu me deixar triste sem forças sem ânimo. Acredito eu que ninguém merece passar por isso ou ficar no relacionamento para agradar parentes status filhos porque isso acaba com a autoestima de qualquer pessoa.me ajudem

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A melhor resposta 13 MAR 2026

Ana Paula, viver por muitos anos em um relacionamento marcado por brigas constantes, ofensas e ameaças de ir embora pode gerar um desgaste emocional muito grande. Quando o diálogo se transforma em gritos ou desqualificação, é comum que a pessoa comece a se sentir triste, sem forças e com a autoestima abalada, exatamente como você descreve.
Ameaçar sair da relação em toda discussão também costuma criar um clima de insegurança e tensão no casal. Em vez de resolver o conflito, isso acaba aumentando o medo, a frustração e a sensação de que nada realmente se resolve.
Outro ponto importante é que ofensas e humilhações não fazem parte de uma comunicação saudável dentro de um relacionamento. Mesmo quando existem divergências ou crises, o respeito precisa continuar presente.
Pelo seu relato, você já tentou conversar e buscar entendimento em vários momentos. Quando as tentativas de diálogo não encontram espaço, pode ser muito importante ter um apoio externo para organizar seus sentimentos e refletir sobre seus limites dentro dessa relação.
A psicoterapia pode ajudar a fortalecer emocionalmente, compreender melhor essa dinâmica do relacionamento e pensar, com mais clareza, no que é saudável para você e para sua vida daqui para frente. Você não precisa enfrentar esse sofrimento sozinha.

Joscelia Ramos Psicólogo em Curitiba

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18 MAR 2026

Oi Ana Paula,

O que você descreve não é só uma relação desgastada, existem sinais claros de violência emocional acontecendo com você.
Quando ele te xinga, te chama de “retardada”, “mal da cabeça”, “insuportável”, isso é agressão verbal. Isso fere diretamente a sua autoestima e não é aceitável em nenhum contexto. Quando ele grita e transforma qualquer tentativa de conversa em briga, isso também é uma forma de te silenciar.

As ameaças constantes de ir embora funcionam como uma forma de controle, chantagem e instabilidade emocional. Você fica sempre em alerta, tentando evitar conflitos ou se explicando, enquanto ele mantém o poder da relação na mão dele. Isso desgasta muito e vai te deixando sem energia, exatamente como você descreveu.

A situação que você encontrou no celular, somada à negação e à forma como ele lidou com isso, também traz um sentimento de humilhação e desvalorização que precisa ser levado a sério. Nada disso é “pequeno detalhe”. São padrões repetidos de desrespeito e violência. E você tem razão, ninguém merece viver assim, nem por filhos, nem por status, nem por tempo de relacionamento.

Um ponto importante de atenção é observar se existe medo de se posicionar, de contrariar ou de ficar sozinha, porque relações com esse tipo de dinâmica podem ir aumentando a intensidade da violência com o tempo. Se for o caso, acione sua rede de apoio e não o confronte diretamente, principalmente se estiver sozinha.

Você não está errada em se sentir exausta. Seu corpo e suas emoções estão sinalizando que algo não está saudável.

Se for possível, busque apoio. A psicoterapia pode te ajudar a fortalecer sua autoestima, entender seus limites e construir caminhos mais seguros para você e para seus filhos. E se em algum momento você sentir que a situação pode escalar ou que sua segurança está em risco, disque 190, procure uma rede de apoio de confiança na sua vida e serviços de proteção à mulher.
Você pode obter informações e orientações ligando 180.
Te convido a visitar meu site, lá tem ebooks gratuitos sobre relações que adoecem e violência psicológica, que podem te ajudar a compreender melhor o que está vivendo. Informação é poder e fator de proteção.

Não é incomum que a mulher volte para o relacionamento abusivo algumas vezes após o término, por isso se informar sobre o ciclo de violência é essencial para evitar recaídas e diminuir o risco na relação.

É importante lembrar que todo feminicídio tem história, começa com abusos psicológicos e termina com a morte. Não minimize a violência. Que grita, um dia pode bater e quem bate, pode matar. Se manter segura é essencial.

Se fizer sentido, estou à disposição para te acolher nesse processo, sou especialista em violências contra a mulher.
Um abraço

Cristiane Melo Psicólogo em Campinas

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15 MAR 2026

Olá Ana Paula, sinto muito que esteja passando por tudo isso. Saiba que a única pessoa que precisa se realizar neste relacionamento é você e consequentemente sei marido. Se o vínculo não está sólido e está faltando respeito, então, falta a base de um bom relacionamento. Busque ajuda para se resgatar e tomar uma decisão com segurança e bem estruturada. Fico a disposição para ajudá-la neste processo, abraços

Adriana Gonçalves Psicólogo em Belo Horizonte

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12 MAR 2026

Ana Paula, pelo que você descreve dá para sentir o quanto essa situação tem te desgastado emocionalmente ao longo do tempo. Viver em um relacionamento onde existem ofensas, gritos, ameaças de ir embora e desqualificação da sua pessoa acaba minando a autoestima de qualquer um, e não é exagero você se sentir cansada, triste e sem forças. Quando um parceiro usa a ameaça de abandono durante as brigas, isso muitas vezes se torna uma forma de controle emocional, porque deixa o outro sempre em estado de insegurança e medo de perder o relacionamento. Com o tempo a pessoa começa a caminhar em ovos, tentando evitar conflitos, e mesmo assim acaba sendo atacada ou desrespeitada. Outro ponto que chama muita atenção no seu relato é a forma como você tenta conversar sobre seus sentimentos e a conversa acaba virando discussão, gritos ou ofensas. Um relacionamento saudável precisa de diálogo, mesmo quando existem problemas. Quando a comunicação se transforma em ataque ou humilhação, a relação começa a se tornar emocionalmente agressiva. Também é compreensível que você tenha se sentido humilhada ao descobrir aquelas conversas e imagens, ainda mais enquanto você estava trabalhando e se dedicando à família. Esses episódios acabam quebrando a confiança e deixam feridas que não se resolvem apenas fingindo que nada aconteceu. Você disse algo muito importante na sua própria mensagem quando afirmou que acredita que ninguém merece viver um relacionamento assim apenas por status, por pressão da família ou pelos filhos. Essa percepção já mostra que dentro de você existe consciência de que algo não está saudável nessa dinâmica. Muitas pessoas permanecem anos em relações desgastantes porque passam a acreditar que merecem aquilo ou que não existe alternativa, e isso vai apagando a própria identidade. Buscar apoio psicológico pode ser um passo importante para você neste momento, não apenas para pensar na relação, mas para fortalecer sua autoestima e entender quais são seus limites emocionais. Às vezes o primeiro movimento de mudança dentro de uma história longa como a sua começa quando a pessoa começa a se reconectar consigo mesma e perceber que merece respeito, dignidade e diálogo dentro de um relacionamento. Você não está errada por querer ser tratada com carinho, consideração e respeito.

Jairo Baptista do Nascimento Junior Psicólogo em Vitória

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11 MAR 2026

Olá, Ana Paula. Percebo o quanto você está cansada e emocionalmente esgotada com tudo que vem acontecendo no seu relacionamento. Depois de tantos anos juntos, com filhos e uma história construída, viver entre brigas, desconfianças, ofensas e ameaças constantes realmente desgasta profundamente. Quando alguém que deveria ser um parceiro passa a gritar, humilhar e ainda usar a ameaça de ir embora como forma de pressionar, é natural que a autoestima e a energia emocional fiquem muito abaladas.

Também chama atenção o quanto você tenta conversar sobre o que sente. Você procura explicar sua dor, falar da falta de carinho, da falta de diálogo, mas a conversa acaba se transformando em conflito. Quando isso se repete muitas vezes, a pessoa vai ficando sem forças, como você descreveu — triste, sem ânimo, quase como se qualquer tentativa de melhorar as coisas fosse inútil.

Talvez a pergunta mais importante agora não seja apenas “como fazer ele parar com isso?”, mas “como proteger sua saúde emocional dentro dessa situação?”. Ameaças constantes de abandono, ofensas e desvalorização não são formas saudáveis de lidar com conflitos. Um relacionamento precisa permitir diálogo e respeito, mesmo quando existem diferenças ou frustrações.

Pode ser importante, em um primeiro momento, buscar apoio para você. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a fortalecer sua autoestima, organizar seus sentimentos e refletir com mais clareza sobre os limites que você precisa estabelecer nessa relação. Às vezes, quando estamos muito dentro do sofrimento, fica difícil enxergar caminhos possíveis sozinha.

Se houver abertura dele, uma terapia de casal também poderia ajudar a trabalhar comunicação e respeito. Mas, independentemente disso, o cuidado com você precisa vir primeiro. Seus sentimentos são legítimos, e viver constantemente sob ameaça ou desvalorização realmente machuca.

Você não está errada por desejar um relacionamento com mais respeito, diálogo e afeto. Cuidar de si mesma agora é um passo importante para recuperar sua força emocional e decidir com mais clareza o que é possível construir daqui para frente.

Abraços.

Marcos Felipe Alves Pinto Psicólogo em Pampulha (Belo Horizonte)

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9 MAR 2026

Olá Ana Paula.
Pelo que você descreve, não são apenas “pequenos detalhes”. Quando em um relacionamento aparecem ofensas, gritos, humilhações, ameaças constantes de ir embora e falta de diálogo, isso vai machucando profundamente a autoestima e a saúde emocional de quem está vivendo essa situação.
É muito importante você perceber que os seus sentimentos são legítimos. Sentir-se desrespeitada, humilhada ou triste diante dessas atitudes não significa que você é “chata” ou “mal da cabeça”, como ele diz. Muitas vezes, em relações com esse tipo de dinâmica, a pessoa acaba sendo desqualificada justamente quando tenta falar sobre o que sente.
Também chama atenção o fato de que, quando você tenta conversar sobre o relacionamento, a conversa se transforma em briga ou em ameaças de abandono. Isso dificulta muito qualquer tentativa real de resolver os problemas.
Você tem razão em algo muito importante que disse: ninguém merece permanecer em uma relação apenas por pressão de família, status ou pelos filhos, principalmente quando isso está destruindo sua autoestima e seu bem-estar.
Talvez seja um momento importante de você olhar com carinho para si mesma e se perguntar: como eu quero ser tratada em um relacionamento? O que é limite para mim? O que eu preciso para me sentir respeitada e segura?
Se for possível, buscar um espaço de escuta para você, como um processo terapêutico, pode ajudar muito a organizar esses sentimentos e pensar com mais clareza sobre seus caminhos, sem precisar enfrentar tudo isso sozinha.
Você não está exagerando por se sentir assim. Caso queira algum tipo de acompanhamento, fico à disposição.
Marília - psicóloga.

Marília Figueiró Bueno de Oliveira Psicólogo em Ribeirão Preto

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9 MAR 2026

Olá. Obrigada por confiar e dividir algo tão íntimo da sua vida. Pelo seu relato dá para perceber o quanto você está cansada, triste e emocionalmente desgastada. Viver em um relacionamento onde há brigas constantes, falta de diálogo, ofensas e sensação de desvalorização realmente machuca muito e pode ir, aos poucos, abalando a autoestima e a força emocional de qualquer pessoa.

O que você sente faz sentido. Quando alguém tenta conversar, explicar como se sente e acaba recebendo gritos, ofensas ou desqualificação, a tendência é a pessoa se sentir cada vez mais sozinha dentro da própria relação.

Que tal olharmos para os padrões que se formaram dentro do seu relacionamento ?

Pelo que você descreve, parece existir um ciclo que se repete: surgem pequenas situações, elas viram discussões, você tenta se explicar ou buscar diálogo e isso acaba se transformando em conflito maior, com ofensas e ameaças de ir embora. Quando esse tipo de dinâmica se repete muitas vezes, a pessoa começa a se sentir esgotada e até a duvidar de si mesma.

Talvez algumas perguntas possam te ajudar a refletir com mais calma sobre tudo isso:

Como você tem se sentido dentro dessa relação na maior parte do tempo acolhida ou machucada?

Quando você tenta conversar sobre seus sentimentos, você se sente ouvida e respeitada?

Esse relacionamento hoje tem contribuído para sua paz e seu bem-estar ou tem gerado mais sofrimento?

Que tipo de relação você acredita que merece viver?

Você mesma trouxe algo muito importante quando disse que acredita que ninguém merece permanecer em uma relação apenas por status, parentes ou pelos filhos. Essa é uma reflexão profunda. Às vezes parar, respirar e olhar com honestidade para o que está acontecendo já é um passo importante para entender o que você realmente deseja e precisa para sua vida.



Nivia Cristiane de Castro Leite Psicólogo em Joinville

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9 MAR 2026

Olá, Ana Paula!
Primeiro quero dizer que sinto muito pelo que você está passando e que bom que você buscou auxílio profissional.
Sou psicóloga clinica, atendo adultos e idosos.
Um relacionamento saudável necessita de espaço para que ambos possam expressar aquilo que está senso nocivo e assim poderem pensar em estratégias que contribuam para uma convivência mais harmônica e respeitosa.
A CNV (Comunicação Não Violenta) é uma ótima ferramenta a ser usada nos relacionamentos, podendo falar de si sem atacar o outro.
É importante que você pondere todos os aspectos que envolvem esse relacionamento, listando aquilo que é positivo e negativo. Assim você poderá avaliar que decisão tomar.
Respeito, amor e cumplicidade devem caminhar juntos num relacionamento saudável, inclusive para casais com filhos, pois vocês são referências para eles.
A terapia de casal pode ser uma grande aliada, desde que ambos estejam dispostos a viver o processo.
A opinião de familiares, status ou filhos não deve ser condição essencial para manter uma relação.
A sua saúde mental e integral valem muito.
Olhe para você com amor e busque fazer escolhas que te preservem.
O autoconhecimento traz uma contribuição importante para uma vida mais saudável, pense nisso!

Em caso de atendimento online, deixo abaixo o meu contato para agendamento.
Luciana Silva da Costa Batista (CRP 03/34181).

Um abraço afetuoso!

Luciana Silva da Costa Batista Psicólogo em Salvador

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9 MAR 2026

Oi, Ana Paula,

Dezessete anos é muito tempo investido em alguém. E você está aí, exausta, sem forças, depois de descobrir conversas com outras mulheres, de ouvir que é retardada, chata, insuportável, de ser ameaçada de abandono toda vez que tenta falar sobre o que sente. É humilhante. E o pior: você ainda duvida se deve ir embora.

Vamos entender o que está acontecendo. Esse homem não te ama, ele te usa. Usa como depósito da raiva dele, como alvo das frustrações, como garantia de que tem alguém ali, mesmo tratando mal. Quando ele ameaça ir embora, não é porque quer ir, perceba que é porque descobriu que isso te controla. Toda vez que você se aproxima pra conversar, ele grita, ofende e ameaça sair. Isso não é briga de casal. Isso é violência psicológica.

E você já sabe disso. Tanto que disse "ninguém merece passar por isso", nem por filhos, nem por status, nem por nada. Essa frase é a sua lucidez falando mais alto.

O que você pode fazer agora é, primeiro, entender que você já tentou. Reatou, relevou, descobriu traições, levou xingamento, levou ameaça. A pergunta não é mais "será que ele muda?". A pergunta é "até quando você vai se apagar para tentar acender algo que nele já apagou faz tempo?"

Segundo, comece a se preparar para sair. Não precisa ser hoje, não precisa ser de uma vez. Mas comece. Guarde dinheiro, organize documentos, pense onde ir, com quem contar. Não anuncie. Só faça. Porque quando ele perceber que você está saindo do controle, as ameaças vão aumentar.

Terceiro, busque apoio. Amigas, família, psicóloga, grupo de mulheres. Você não precisa fazer isso sozinha. E não precisa sentir vergonha. Vergonha é dele, que trata mal quem diz amar.

Deixo aqui minhas palavras para você pensar que o relacionamento não é para te destruir aos poucos. É para somar. Se ele tira, humilha, ameaça, cansa perceba que isso não é amor. É cativeiro. E você pode escolher sair.

Estou aqui se precisar conversar mais.

Caiane Bispo
Psicóloga Clínica Fenomenológica
CRP: 09/006081

Caiane Bispo dos Santos Sá Psicólogo em Aracaju

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8 MAR 2026

Ana Paula,

A ameaça constante de ir embora é uma forma de controle
Quando alguém, em toda discussão, diz “vou embora”, “vou largar tudo”, “vou sair de casa”, isso geralmente não é uma decisão real.
É uma estratégia emocional de pressão que produz efeitos no outro: 1. Medo de abandono, 2. Ansiedade, 3. Culpa por ter iniciado a conversa,
Ou seja, em vez de discutir o problema real (carinho, respeito, comunicação), a conversa muda para “Ele vai me deixar.”
Assim o foco sai do comportamento dele.
Isso é uma dinâmica de poder dentro da relação.

Existe também um padrão de desqualificação. Você mencionou que ele grita, ofende, chama você de “retardada”, “chata”, “mal da cabeça”... Isso é desqualificação emocional.

Esse tipo de comportamento corrói a autoestima, a segurança emocional e a clareza mental em ti. Com o tempo, você começa a pensar: “Será que o problema sou eu?” mesmo quando não é.

A descoberta das mulheres no Telegram, não é apenas sobre pornografia ou imagens.
O ponto principal é você se sentiu humilhada, ele negou até o fim, houve quebra de confiança.

Quando a confiança quebra e a pessoa não assume responsabilidade, o relacionamento entra em um ciclo de desconfiança, discussão, ataque ou defesa, ameaça de ir embora, reconciliação frágil, novo conflito.
Isso se repete.

O que mais me chama atenção no seu relato
Você disse algo muito importante:
“Acredito que ninguém merece ficar em um relacionamento só por status, parentes ou filhos.”

Essa frase mostra que uma parte sua já está despertando.
Você percebe que respeito está faltando, diálogo não existe, carinho diminuiu, você está emocionalmente exausta.
Isso não é fraqueza.
Isso é consciência emocional começando a aparecer.

Uma pergunta importante que você precisa se fazer, responda para você mesma:
Se ele continuasse exatamente igual pelos próximos 10 anos… você suportaria essa vida?
Porque a realidade dura dos relacionamentos é: Pessoas só mudam quando realmente querem mudar.
Não quando são pressionadas.

Entenda que o que você disse: “Ele conseguiu me deixar triste, sem forças.”
Mas perceba que isso acontece porque você ainda espera cuidado dele.
Quando esperamos amor de alguém que não sabe oferecer naquele momento, sentimos um vazio enorme.
Não significa que você é fraca.
Significa que você ainda ama e queria que fosse diferente.

Quando ele disser novamente: “Vou embora.”
A resposta mais saudável não é implorar, nem discutir.
É algo simples e firme: “Se você quiser ir, é uma escolha sua. Mas ameaçar ir embora toda vez que discutimos não resolve nossos problemas.”
Isso tira o poder da ameaça.

Mas existe uma questão maior: Nenhuma mulher deveria viver em um ambiente onde é xingada, é humilhada, é tratada como inferior. Isso não é apenas “briga de casal”. Isso é violência emocional.
E violência emocional, ao longo dos anos, destrói a saúde mental.

Relacionamentos saudáveis se constrõem quando tem respeito, comunicação, segurança emocional.
Sem isso, o amor sozinho não sustenta.

Ana Paula, quero te perguntar uma coisa muito importante:
Quando vocês estão bem, ele demonstra amor de verdade ou apenas fica neutro até a próxima briga?
Porque essa resposta ajuda muito a entender se ainda existe base emocional nesse relacionamento ou se ele está funcionando apenas por hábito e dependência emocional.

Se quiser, pode ser auxiliada pelo psicólogo a ver sinais claros de que o relacionamento já entrou em desgaste emocional profundo, e como muitas mulheres acabam ficando presas nesses ciclos sem perceber, te ajudar a enxergar sua situação com mais clareza.

Geime Rozanski Psicólogo em Brasília

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7 MAR 2026

Ana Paula, imagino o quanto tudo isso tem sido pesado para você. Pelo que você descreve, existe um grande desgaste emocional no relacionamento. Quando uma pessoa tenta conversar sobre o que sente e recebe gritos, ofensas ou ameaças de abandono, isso machuca profundamente e, com o tempo, pode ir diminuindo a autoestima e a energia emocional.

É importante reconhecer que seus sentimentos fazem sentido. Sentir-se humilhada, triste e cansada depois de situações como as que você relatou é uma reação muito compreensível. Em um relacionamento saudável, mesmo quando há conflitos, deve existir respeito, escuta e limites nas palavras. Xingamentos e desqualificações não ajudam a resolver problemas, pelo contrário, aumentam a dor e a distância entre o casal.

Algo que aparece bastante no seu relato é uma tentativa sua de dialogar sobre como se sente, mas a conversa acaba virando discussão. Muitas vezes, quando isso vira um padrão, o casal entra em um ciclo em que pequenos problemas geram grandes conflitos, porque já existe muita mágoa acumulada.

Algumas reflexões podem te ajudar neste momento:

Primeiro, observe como você tem se sentido dentro desse relacionamento na maior parte do tempo. Relações saudáveis costumam trazer mais sensação de segurança emocional do que de medo, tensão ou desgaste.

Segundo, é importante pensar em limites. Ser chamada de nomes ofensivos ou ser constantemente ameaçada com abandono não é algo que você precisa aceitar para manter um relacionamento.

Terceiro, mudanças reais acontecem quando os dois reconhecem os problemas e estão dispostos a mudar comportamentos, não apenas quando a situação explode em uma briga.

Você também trouxe algo muito importante: a percepção de que ninguém merece permanecer em um relacionamento apenas por pressão de familiares, pelos filhos ou pelo que os outros pensam. Cuidar da sua saúde emocional também é cuidar da sua vida e do ambiente em que seus filhos crescem.

Se for possível, buscar apoio psicológico pode te ajudar a organizar seus sentimentos, fortalecer sua autoestima e pensar com mais clareza sobre o que você deseja para sua vida e para suas relações.

Ana Paula, uma pergunta importante para você refletir com calma:
hoje, o que você sente que mais te machuca nesse relacionamento, as brigas em si ou a forma como ele te trata quando vocês entram em conflito?

Fernando Gonçalves Psicólogo em Guaíra

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7 MAR 2026

Olá Ana Paula!!

Primeiramente desejo que você fique bem. Pelo que você relata, percebo que esse relacionamento tem gerado muito desgaste emocional para você. Quando existem situações frequentes de desrespeito, ofensas, gritos e ameaças de abandono, é natural que a autoestima, a segurança emocional e o ânimo fiquem profundamente afetados. Relacionamentos saudáveis precisam de respeito, empatia, diálogo e responsabilidade afetiva. Quando a comunicação se torna agressiva ou invalidante, o vínculo vai se fragilizando com o tempo.

Também é importante considerar como você tem se sentido dentro dessa relação e se suas necessidades emocionais estão sendo reconhecidas e respeitadas. Mais do que tentar sustentar um relacionamento por pressão externa, é fundamental refletir sobre o que é saudável para você, quais são seus limites e o que você precisa para se sentir segura, respeitada e emocionalmente bem. A psicoterapia seria importante para compreender essas emoções e essa vivência, se sentir que é o momento fico a disposição.

Mirian Oliveira Rodrigues Psicólogo em São Paulo

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7 MAR 2026

Ana,
Dá pra sentir o quanto você está cansada e emocionalmente esgotada. Viver em um relacionamento onde toda tentativa de conversa termina em gritos, ofensas ou ameaça de abandono realmente desgasta muito qualquer pessoa.
Quando alguém usa a ameaça de ir embora toda vez que surge um conflito, isso acaba criando um ambiente de insegurança constante. Em vez de resolver o problema, a relação passa a girar em torno do medo e da defesa.
Ser chamada de nomes, ser desqualificada ou sentir que suas emoções não são levadas a sério machuca profundamente e, com o tempo, vai afetando a autoestima e a sensação de valor dentro da relação.
Você parece estar tentando conversar, explicar como se sente e buscar mais diálogo, mas a forma como ele reage impede que a conversa aconteça de verdade.
Talvez o ponto agora não seja apenas evitar brigas, mas refletir sobre quais limites você precisa para se sentir respeitada dentro dessa relação. Relacionamentos saudáveis precisam de espaço para diálogo sem humilhação ou ameaça.
Se for possível, buscar um espaço de conversa mediada, como terapia de casal ou acompanhamento individual, pode ajudar a entender se essa relação ainda tem espaço para reconstrução ou se você precisa se proteger emocionalmente.
Você não está errada por se sentir assim. Ninguém merece viver constantemente se sentindo diminuída ou insegura dentro do próprio relacionamento.

Rodrigo Hubler Secco Psicólogo em Videira

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7 MAR 2026

Olá Ana Paula!

O que você descreveu... as humilhações no Telegram e, principalmente, as ofensas verbais quando você tenta expressar sentimentos aponta para um relacionamento que se tornou emocionalmente abusivo.

Quando você tenta falar como se sente e ele te chama de "retardada", "chata" ou "mal da cabeça", ele está praticando invalidação. O objetivo (consciente ou não) é fazer você duvidar da sua própria sanidade e percepção da realidade para que ele não precise mudar o comportamento dele. Isso destrói a autoestima porque faz você se sentir o "problema", quando, na verdade, o problema é a falta de respeito dele.

Ele usa a ameaça de separação como uma arma. Quando ele diz que vai embora, ele gera medo em você, o que te silencia. O fato de você ter dito "então vai" ontem mostra que você atingiu o limite da exaustão. Esse é um marco importante: você parou de lutar para segurar alguém que usa o abandono como chantagem.

Você tem toda a razão: ninguém merece ser um sacrifício vivo para manter uma aparência de família feliz.

Seus filhos aprendem sobre amor observando vocês. Ver a mãe ser humilhada ensina a eles que o amor dói ou que o desrespeito é aceitável.

Parentes não vivem o seu dia a dia, não ouvem os gritos e não sentem o desprezo que você sentiu ao ver as mensagens dele enquanto você trabalhava à noite.

Em relacionamentos onde há "grosseria e falta de empatia" é um sinal de que as bases que quebraram lá atrás não foram consertadas.

O que você pode fazer? Foque na sua independência financeira e no seu valor como mulher provedora e mãe. Não deixe que os adjetivos que ele usa definam quem você é.

Busque terapia individual para melhorar a sua autoestima e saúde mental.

Monique Daniele Psicólogo em Guarulhos

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7 MAR 2026

Essa situação é realmente muito desgastante. Entendo que a melhor forma de lidar com isso é buscando se fortalecer emocionalmente.
Já pensou em fazer terapia?

Maria Augusta Fischer de Oliveira Psicólogo em Copacabana (Río de Janeiro cidade)

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7 MAR 2026

Olá Ana Paula…. O primeiro exercício que precisamos fazer é entender que os homens são diferentes de nós mulheres e, não é só no sexo…. É na forma de sentir, reagir, se portar…. Temos que levar em consideração também vários outros itens… educação, ambiente….
Vejo que os dois estão tentando… acredito que haja “amor” as diferenças de ver a vida e se comportar estão fazendo vcs sofrerem.
Acredito que precisam aceitar que são diferentes e mesmo assim podem conviver….
Nossa sociedade nos impõe condutas que acredito não se adequem a nós na convivência diária.
Dê uma oportunidade a vocês, diga a ele “preciso que algumas coisas sejam nesse formato(descreva suas necessidade) para continuarmos juntos”….
Procure por um terapeuta , ele pode orientar vocês nesse processo.
Vai dar certo….acredite

Cynthia Moreira da Silva Psicólogo em São Paulo

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7 MAR 2026

Olá Ana Paula, bom dia. Com certeza o que está passando está te desgastando emocionalmente. Você descreve um relacionamento longo, com muitos anos de história, filhos, tentativas de separação e reconciliação, mas também com um padrão repetido de brigas, desconfiança, ofensas e dificuldade de diálogo. Quando uma relação começa a girar constantemente em torno de acusações, gritos e humilhações, é natural que a pessoa vá se sentindo cada vez mais cansada, triste e sem forças, exatamente como você relatou.

Algo que chama atenção no que você contou é que, sempre que você tenta falar sobre como se sente, a conversa acaba virando conflito e você termina sendo desqualificada ou ofendida. Em um relacionamento saudável, mesmo quando há divergências, deveria existir espaço para escuta, respeito e tentativa de compreensão mútua. Quando isso não acontece de forma repetida, a autoestima realmente começa a ser afetada e a pessoa passa a duvidar de si mesma e do seu valor.

Também é importante reconhecer que decisões sobre permanecer ou não em um relacionamento tão longo não são simples. Existem sentimentos, história compartilhada, filhos e muitas expectativas envolvidas. Por isso, antes de qualquer decisão definitiva, pode ser muito importante que você tenha um espaço seguro para organizar tudo o que está sentindo, entender seus limites emocionais e refletir sobre o que você precisa para se sentir respeitada dentro de uma relação.

Nesse sentido, iniciar um processo terapêutico pode te ajudar muito. A terapia não serve apenas para “salvar” ou “terminar” um relacionamento, mas principalmente para fortalecer você emocionalmente, trabalhar sua autoestima, compreender melhor essa dinâmica que vocês vivem e ajudá-la a tomar decisões mais conscientes sobre o seu futuro e o tipo de relação que você deseja construir.

Você não precisa carregar esse peso sozinha. Ter um espaço de escuta profissional pode ser um passo importante para recuperar sua clareza emocional, sua força e o respeito que você merece dentro de qualquer relacionamento. Tente e Seja Feliz

Augusto Amaral Dutra Psicólogo em São Paulo

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7 MAR 2026

Olá. Obrigada por compartilhar uma parte tão delicada da sua história. Pelo que você descreve, parece que esse relacionamento tem sido atravessado por muitas experiências dolorosas, como sentimentos de desvalorização, humilhação, falta de diálogo e também muita exaustão emocional.
Quando a convivência passa a ser marcada por ofensas, ameaças, desconfiança e dificuldade de escuta, é compreensível que surjam sentimentos de tristeza, cansaço e perda de forças, como você relatou. Ninguém merece viver constantemente em um ambiente onde não se sente respeitada, acolhida ou reconhecida.
Percebo também que você tem tentado falar sobre como se sente e buscar diálogo dentro da relação. Isso mostra o quanto você se importa em compreender o que está acontecendo e em encontrar algum caminho possível para lidar com essa situação.
A psicoterapia pode ser um espaço importante para você olhar com mais cuidado para a sua experiência, para os sentimentos que têm surgido e para aquilo que você deseja para a sua vida e para as suas relações. Às vezes, quando estamos muito envolvidos em uma situação dolorosa, ter um espaço seguro de escuta e reflexão pode ajudar a recuperar forças, fortalecer a autoestima e pensar em caminhos que façam mais sentido para você.
Você não precisa passar por tudo isso sozinha. Buscar apoio profissional pode ser um passo importante para cuidar de si e da sua história.

Emanuella de Souza Fernandes Psicólogo em São Mateus

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7 MAR 2026

Bom dia, Ana! Grato por se colocar. Casamento no sentido essencial é quando casam-se as ideias, as posturas, os esforços, a tolerância inevitável da convivência, o diálogo. Viver de grosseria, falta de empatia, sendo uma pessoa em casa, outra na rua, implica falta das qualidades acima. Da mesma forma a decisão de casar-se deve ocorrer com maturidade, com consciência e controle sobre os prováveis desdobramentos de vida. Da mesma forma, convivência precisa ser temperada com esforço, responsabilidade, diálogo, cooperação. Isso também se aplica para a separação. As pessoas devem formar maturação consistente para encaminhar parcerias como o casamento. Nos três acontecimentos de vocês, os dados apresentados sugerem que vocês não estavam amadurecidos.
Assim sendo será enriquecedor você, de fato, com mente aberta, persistência, disciplina e regularidade, amadurecer formas para tomadas de decisões consequentes, melhoradoras de vida, com visualização razoável dos desdobramentos, contar com a ajuda científica de um de nós, psicólogos.
Não deve haver mais espaço para tomada de decisões sem dimensionar com maior clareza, as consequências.
Atenciosamente,
Ary Donizete Machado - psicólogo clínico e orientador ocupacional.

Ary Donizete Machado Psicólogo em Limeira

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7 MAR 2026

Eu sinto muito por está passando por isso, sinta meu abraço.
Mas deixa eu te perguntar algumas coisas
1. Me conta da sua rotina.
2. Como você se vê?
3. Como é a sua vida sem ele por perto?
4. Como é o relacionamento dos seus filhos?
4. Como é o casamento dos seus pais?
5. Quais são seus objetivos na vida?
6. O que você espera de uma relação matrimonial?
Depois me responda.

Ingrid de Lima Santos Lopes Psicólogo em Conselheiro Lafaiete

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7 MAR 2026

Sinto muito que você esteja passando por tudo isso. O que você descreve é muito doloroso e desgastante emocionalmente, e é compreensível que você esteja se sentindo triste, sem forças e com a autoestima abalada.

Aline Cristina Félix Domene Psicólogo em Fortaleza

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7 MAR 2026

Olá! Quero que você saiba que seus sentimentos são absolutamente válidos e que é normal se sentir exausta e triste diante de uma situação tão dolorosa. O que você está vivendo é realmente difícil, e a sensação de desvalorização e falta de empatia é muito desgastante.

É compreensível que, após tantas tentativas de comunicação, você se sinta desanimada, especialmente quando suas tentativas resultam em discussões. A forma como seu parceiro responde pode ser muito machucadora e pode minar sua autoestima. Ninguém merece passar por isso, e é importante reconhecer que você tem o direito de buscar um relacionamento que te traga felicidade e respeito.

A separação, por mais difícil que tenha sido, pode ter trazido novas perspectivas sobre o que você realmente deseja para sua vida e para a vida de seus filhos. Essa é uma oportunidade de olhar para dentro de si mesma e entender o que te faz feliz e o que você precisa para se sentir valorizada.

Estou aqui para te apoiar nesse processo. A terapia pode ser um espaço seguro para você explorar essas emoções, entender suas necessidades e desenvolver estratégias para lidar com essa situação. Juntas, podemos trabalhar para restaurar sua autoestima e ajudá-la a encontrar o caminho que você merece.

Se você estiver disposta, vamos agendar um momento para conversar. Você não está sozinha nessa jornada. Um abraço carinhoso!

karla de Fátima Baptista da Silva Oliveira Psicólogo em Cachoeiro de Itapemirim

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7 MAR 2026

Sinto muito que você esteja passando por uma situação tão difícil. Pelo que você descreve, parece que tem sido um relacionamento muito desgastante emocionalmente para você, com momentos que ferem sua autoestima e seus sentimentos. É compreensível que você esteja cansada, triste e sem forças depois de tantas tentativas de diálogo que acabam em brigas.

Talvez um passo importante agora seja cuidar de você, olhar para o que você sente, para o que precisa e para o que considera saudável para a sua vida e para seus filhos.

Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Existe ajuda e apoio para você atravessar esse momento.

Tente pensar em o que vc ganhou com esta separação e não no que foi perdido.

Aconselho procurar ajuda profissional, terapia, para te ajudar a entender seus sentimentos e a lidar com as emoções. Será importante você ter um espaço seguro para falar dos seus sentimentos.
Um abraço! Fique bem!

Viviana Fernandes Silva Netos Psicólogo em São Paulo

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