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Quem sou eu?

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Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Quando nos perguntamos quem somos, estamos sujeitos a distorções e equívocos. Há muito os filósofos já se ocupavam desta questão, posteriormente, se tornou objeto de estudo dos psicólogos.

21 SET 2019 · Leitura: min.
Quem sou eu?

A resposta pode ser dada considerando o que você acha que o outro espera que você seja ou o que realmente você entende e percebe de si mesmo.

Você pode se definir como consegue se ver: mais ou menos inteligente; mais ou menos esperto(a); alegre ou triste; otimista ou pessimista; bem sucedido(a) ou fracassado(a)... enfim, não importa, você faz isto segundo a percepção que tem do outro, de todos os outros diante de você, mas quais são suas verdadeiras emoções, seus reais quereres, quais os sonhos e metas que são seus de verdade?

Consegue discernir o que sua alma deseja ou isto fica abafado em função do que seu ego e suas visões distorcidas exigem de você? Ao longo da vida, vamos absorvendo valores que sem percebermos, aceitamos como nossos, sem questioná-los. Como saber quem se é de verdade, onde estão as nossas próprias respostas? Dentro de nós mesmos!

Quando nos olhamos para dentro, para nossa alma e a desvendamos, perdemos o medo de sermos quem somos, podemos descobrir infinitas possibilidades para conscientemente buscarmos o que pode (com menor possibilidade de distorção), alegrar a vida, realizar o sonho, potencializar nossas qualidades positivas e combater as negativas, minimizar ou evitar frustração e dor.

Quando desconhecemos nosso verdadeiro eu, desconhecemos também nossos inimigos internos como o medo, a raiva, o sentimento de incapacidade, os complexos que nos limitam, enfim, desconhecemos as próprias doenças que nos indicam não sabermos lidar com nossas próprias emoções e sentimentos, além de ignorarmos nossas potencialidades decrescimento pessoal.

Para o autoconhecimento, devemos nos empenhar conscientemente na busca da nossa verdade pessoal, nas práticas que proporcionam relaxamento como yoga, meditação, reiki, ou qualquer outra que nos leve à interiorização, mas às vezes é necessário um comprometimento maior e então a psicoterapia é mais indicada, pois nos leva com o apoio do psicoterapeuta, a encontrar nossas próprias respostas, preservando nossa integridade pessoal e desbravando nosso próprio caminho para termos uma auto-estima saudável, sendo quem somos, estando onde e como escolhermos estar.

O autoconhecimento nos permite sermos melhores para nós mesmos e para quem amamos e sempre potencializa a possibilidade de vislumbrarmos um mundo melhor!

Escrito por

Psicóloga Rosemary P. de Moraes e Silva

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