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Educar sem culpa 3

Seguindo a linha dos anteriores, neste artigo dou dicas para os pais ganharem maior liberdade frente aos filhos, melhorar a comunicação e colocar limites.

27 Nov 2014 Crianças e adolescentes - Leitura: min.

psicólogos

No artigo passado falamos sobre como agir quando perde-se a paciência, usando novamente a técnica da linguagem descritiva em que se descreve como você se sente naquele momento, seja um sentimento de raiva, ódio, como um sentimento de felicidade.

Falamos também sobre fazer ameaças, sobre a técnica de dar opções ao invés de ameaçar, dando oportunidade às crianças de desenvolverem sua habilidade de fazer escolhas.

Agora vamos abordar uma outra situação. E quando quero sair para me divertir com meu parceiro(a) e as crianças choram e pedem para não irmos? Como reagir nesta situação?

Nestes casos a linguagem descritiva permite clarear e aceitar os sentimentos da criança: filho, eu sei que você deseja que nós fiquemos em casa com você, mas nós vamos sair para ver um filme. Aceitar os sentimentos das crianças faz com que elas se acalmem, entendam o que estão sentindo e assim colaborem.

Você já deve ter ouvido de pais em shoppings e parques desvalorizando os sentimentos das crianças, como: "Imagina que você está com calor, aqui dentro está frio" ou "Pare de chorar que este arranhãozinho não dói nada".

Estas reações se devem à dificuldade em reconhecer emoções simples das crianças. Elas podem ser modificadas para: "Ah, então você está sentindo calor" e "Eu vejo que você se arranhou e às vezes pode doer mesmo".

Ao aceitar os sentimentos das crianças permite-se que um vínculo maior se faça, de modo que a criança se sentirá valorizada e amada, pois há alguém que a compreende e respeita.

Além disso, aceitar e validar os sentimentos das crianças auxilia na sua educação, pois, ao poder sentir certo, ela poderá pensar certo e consequentemente irá agir certo. Portanto o sentir é livre, apenas as ações são limitadas.

Através destas técnicas a relação familiar pode evoluir muito. Um relacionamento onde nem os pais nem os filhos se sentem culpados é mais rico e auxilia no desenvolvimento mútuo. Sem culpa e tendo os sentimentos dos pais como os das crianças validados e aceitos tem-se tranqüilidade no relacionamento, no raciocínio e no agir.

Foto: por Visit St. Pete/Clearwater (Flickr)

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