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Como enfrentar o transtorno obsessivo-compulsivo?

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Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Como conseguir controlar os impulsos e as repetições que caracterizam o TOC? Aqui falamos de 3 passos importantes, que devem ser seguidos por quem deseja se livrar do problema.

4 FEV 2017 · Leitura: min.
Como enfrentar o transtorno obsessivo-compulsivo?

transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é caracterizado por pensamentos persistentes, que produzem medo, inquietação e condutas repetitivas. Tais condutas têm capacidade de reduzir a ansiedade de que sofre este problema, por isso são repetidas com frequência cada vez maior.

É normal que quem tenha TOC sofra com os impulsos e, muitas vezes, não saiba como enfrentar o problema. E é justamente para tentar incidir de forma positiva neste processo que preparamos este artigo, com algumas dicas para lidar melhor com o transtorno.

1) Descobrindo as causas

Para enfrentar um quadro de TOC, é fundamental saber o que está desencadeando os episódios de ansiedade. Em grande parte dos casos, está ligado a experiências traumáticas, com as quais a pessoa em questão não soube como lidar; pode ser ainda o resultado de sentimentos reprimidos.

É importante tentar descobrir o que está por trás dos comportamentos repetitivos, ou seja, que tipo de situação está gerando ansiedade suficiente a ponto de impelir a pessoa a repetir gestos e condutas, derivando assim o foco da ansiedade.

Por exemplo, uma pessoa que, ao ficar sozinha em casa, tem a necessidade de comprovar inúmeras vezes se a porta está trancada. A ansiedade pode está sendo desencadeada pelo medo de ficar sozinha.

Pensar nas origens do problema, tentar determinar quando começou, como vem sendo a evolução do quadro, não vai curar você do TOC, mas ajudará a compreender o processo do transtorno, indispensável para avançar rumo à superação.

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2) Pequenos gestos, grandes mudanças

É muito difícil alterar um comportamento tão arraigado como podem ser as condutas repetitivas de um quadro do TOC. Quem tem esse problema, depende dessas condutas para controlar a ansiedade.

Assim como acontece em outros casos de dependência, um corte radical na rotina pode provocar mais stress que um benefício real. A mudança de comportamento começa a construir-se em pequenos gestos.

Por isso, se você "precisa" girar a chave cinco vezes depois de fechar a porta, pode tentar diminuir para quatro, tentando suprimir o último impulso. Se você conseguir, e ao ver que nada diferente aconteceu, terá mais confiança para dar um passo além: diminuir de forma gradativa até ficar livre da conduta.

Isso sim, para aguentar o stress que pode provocar a tentativa de mudar a rotina, vale a pena incluir exercícios respiratórios e atividades como meditação e yoga.

3) Buscando ajuda

A intensidade do TOC e a gravidade do quadro varia de pessoa a pessoa. Independente do caso, é importante saber abrir-se à ajuda especializada.

Dificilmente, sozinha, a pessoa terá acesso às ferramentas necessárias para superar um problema assim, por isso recorrer a um psicólogo especializado em TOC é um dos passos mais importantes.

Procure um profissional com o qual você tenha empatia e que utilize uma abordagem que faça sentido para você. Desta forma, você garantirá uma terapia eficiente e notará os resultados positivos no seu dia a dia.

Fotos: por MundoPsicologos.com

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