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Brasileiro é menos resiliente que vizinhos da América Latina

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Artigo revisado pelo Comitê de MundoPsicologos

Quando o assunto é resiliência deixamos a desejar. Segundo teste realizado recentemente pelo MundoPsicologos com 35 mil usuários, Brasil é menos resiliente que vizinhos da América Latina.

25 JAN 2018 · Leitura: min.
Brasileiro é menos resiliente que vizinhos da América Latina

Em maior ou menor grau, todos enfrentamos adversidades na vida. No entanto, a maneira de encarar esses desafios é determinante para dar a volta por cima e recuperar o bem-estar. Há quem se desmorone diante de qualquer problema. E há aqueles que com inteligência emocional e confiança em si mesmos conseguem sair das situações turbulentas de uma maneira muito mais tranquila e saudável. Pessoas que não perdem o eixo em momentos traumáticos e veem nas dificuldades uma chance de aprendizado e desenvolvimento pessoal são conhecidas como resilientes. Segundo a psicologia positiva, a resiliência é importante porque permite, entre outros fatores, que o indivíduo reaja de maneira otimista aos conflitos e não se deixe levar pelas frustrações e sentimentos negativos.

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De maneira geral, o brasileiro é conhecido pela sua hospitalidade, alegria, senso de humor e garra. No entanto, quando o assunto é resiliência deixamos a desejar. Segundo teste realizado recentemente pelo MundoPsicologos com 35 mil usuários , Brasil é o país menos resiliente se comparado com Argentina, Colômbia, Chile e México. O levantamento também englobou França, Espanha e Itália, totalizando oito países.

Os 5.537 brasileiros que fizeram o teste obtiveram uma pontuação média de 64,45 pontos, ante 64,65 da Argentina, 65,01 do México, 65,29 da Colômbia e 66,11 do Chile. Este último ocupou a primeira posição no ranking geral, enquanto a França apresentou o pior desempenho e obteve uma pontuação média de 62,15 pontos.

Além de ser o país mais resiliente, no Chile foi onde houve maior envolvimento no teste, com 7.845 participantes. Argentina (6.073) e Brasil (5.538) vieram na sequência. Franceses e italianos foram os que menos responderam ao levantamento, com 2.340 e 3.040 participantes respectivamente.

Em termos percentuais, o Chile foi ainda onde se constatou maior número de pessoas com pontuação igual ou acima a 80. Brasileiros ocuparam a terceira posição (2,5%), depois dos chilenos (3,1%) e espanhóis (2,9%). Na França somente 0,2%, ou sete pessoas, conseguiu uma nota igual ou superior a 80.

Ao observar as notas mais baixas, constata-se que a Itália foi o local onde maior percentual de participantes teve pontuação igual ou abaixo de 50 pontos (4,8%), seguida por Brasil (4,7%), França (4,3%), Espanha (3,7%), México (3,7%), Chile (3,5%), Argentina (3,5%) e Colômbia (2,7%).

De todos os países, a nota mais baixa foi verificada na Colômbia, onde dois participantes obtiveram 29 pontos. Já a pontuação mais alta foi obtida por um brasileiro e por um espanhol, e cada um deles alcançou 94 pontos.

Para medir o nível de resiliência, os participantes tiveram que responder se concordavam ou não como uma série de afirmações – como, por exemplo, "falo do que me preocupa", "consigo terminar tarefas apesar dos obstáculos", "sinto que o trabalho não é uma parte importante da minha vida", "tento me superar a cada dia", entre outras.

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